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Setembro amarelo: um terço dos brasileiros gastam até R$ 300 com saúde mental

Pesquisa da Serasa mostra que custos com medicamentos e terapias podem representar até 10% da renda mensal

O dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao SuicídioFoto: Shutterstock
O dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao SuicídioFoto: Shutterstock
Os gastos com medicamentos e terapias para saúde mental estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Uma pesquisa da Serasa, em parceria com o Opinion Box, revelou que 33% dos brasileiros, um terço da população, gastam até R$ 300 por mês em medicamentos e consultas com profissionais como psicólogos e psiquiatras. 

O estudo revelou que o valor mínimo gasto por esse grupo é de R$ 101. Ao todo, cerca de 38% arca com medicamentos, 21% em terapia e psicólogo, 17% com plano de saúde e 16% em consultas psiquiátricas. “No ano passado, os gastos com medicamentos representavam 24%, tendo um crescimento de 14 pontos percentuais em um ano. Os demais custos também tiveram um aumento, entre eles, terapia e psicólogo que, em 2024, representava 12,3% dos custos, plano de saúde com 11% e psiquiatras (7,5%)”, informou a Serasa.


Quando questionados sobre a representatividade desses gastos na renda mensal, 44% dizem comprometer até 10% da renda, 30% têm entre 11% e 25% do orçamento ligado à saúde mental, enquanto 17% destinar entre 26% e 50% e mais de 50% comprometem 9% do faturamento do mês.


O estudo ainda mostrou que 26% dos entrevistados garantiram já ter tido dificuldades financeiras constantes em função de gastos do tipo. Nesse cenário, o especialista em educação financeira da Serasa, Thiago Ramos, destacou que os dados reforçam a necessidade de um planejamento financeiro bem estruturado. 


“Cuidar da saúde mental não deveria ser um privilégio, mas uma parte essencial da vida de todos. É fundamental que as pessoas consigam se planejar financeiramente para incluir esse cuidado na rotina. A educação financeira também é uma ferramenta de bem-estar e prevenção”, ponderou Ramos.

Por: O TEMPO

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