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Pronto-Socorro de Rio Branco enfrenta primeiro colapso após mudança na direção e pacientes relatam espera de até 12 horas

Três dias após a nomeação da nova direção do Pronto-Socorro de Rio Branco, a maior unidade de urgência e emergência do Acre já enfrenta o primeiro colapso no atendimento. Pacientes denunciam demora excessiva, superlotação e retenção de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), cenário que reacende críticas sobre a gestão da unidade.

O novo diretor, Dorival Brito e Silva Filho, foi nomeado pela governadora Mailza Assis no último dia 4 de maio. Desde então, segundo relatos obtidos pela reportagem, o hospital voltou a registrar problemas graves no fluxo de atendimento.

Nas primeiras horas desta quarta-feira (6), pacientes relataram à reportagem longas horas de espera por atendimento. Uma pessoa que deu entrada na unidade por volta das 2h da madrugada, com fortes dores, afirmou que só foi atendida às 11h da manhã, após ameaçar acionar a imprensa. Segundo denúncias, o tempo médio de espera no local está variando entre 10 e 12 horas.


A situação tem causado revolta entre usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que reclamam da lentidão no atendimento justamente em uma unidade destinada a casos de urgência e emergência.

Na área externa, o cenário também é preocupante. Ambulâncias do Samu estariam ficando retidas no pátio da unidade por falta de macas disponíveis para a transferência dos pacientes. Segundo informações repassadas à reportagem, muitos pacientes permanecem acomodados nas próprias macas das ambulâncias, o que impede que os veículos retornem para novos atendimentos à população de Rio Branco e de municípios do interior.


Um vídeo enviado pelo condutor do Samu, identificado como Júnior, mostra diversas ambulâncias paradas devido à ausência de estrutura para receber os pacientes. A retenção dos veículos também estaria comprometendo o acesso de outras unidades móveis e ambulâncias de transporte intra-hospitalar, obrigando alguns motoristas a desembarcar pacientes em via pública, aumentando o risco de acidentes.


A superlotação e a falta de organização reacendem o alerta sobre a estrutura do Pronto-Socorro da capital acreana, que volta a viver momentos críticos e de grande insatisfação por parte da população.


A reportagem deixa o espaço aberto para manifestação da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) sobre os fatos relatados

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