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Palmeiras mostra força no Choque-Rei, supera polêmica e carimba vaga em mais uma final

Verdão controla o clássico contra o São Paulo Futebol Clube, supera pênalti polêmico e mantém hegemonia estadual antes de decidir com o Grêmio Novorizontino.

O Palmeiras está mais uma vez na final do Campeonato Paulista — e, desta vez, com sua atuação mais segura na temporada 2026. A vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo, na semifinal, confirmou o domínio recente no estadual e colocou o Verdão na decisão pelo sétimo ano consecutivo.

Campeão quatro vezes desde 2020, o time comandado por Abel Ferreira mostrou maturidade, equilíbrio e controle emocional em um clássico que mudou de temperatura após um pênalti discutível para o rival.


Pressão alta e gol cedo

Desde o início, o Palmeiras deixou claro qual seria o roteiro. Com posse de bola e marcação agressiva no campo de ataque, abriu o placar rapidamente com Mauricio — repetindo a fórmula que já havia dado resultado na primeira fase.


A pressão encaixada foi o ponto alto do primeiro tempo. Diferentemente de outros jogos da temporada, quando sofria ao ser pressionado, o Verdão mostrou compactação e disciplina tática. Marlon Freitas protegeu bem a zaga, Andreas travou o meio adversário e Murilo venceu praticamente todos os duelos contra Calleri.


O São Paulo pouco ameaçou antes do intervalo, enquanto o Palmeiras ainda criou chances para ampliar.


Bola parada e controle do jogo

O segundo gol veio em jogada ensaiada de falta, finalizada por Flaco López. A vantagem parecia confortável e o Palmeiras mantinha o controle da partida, com linhas ajustadas e poucas brechas concedidas.


O cenário só mudou após o pênalti convertido por Calleri, considerado discutível por parte da torcida e da comissão técnica. O gol recolocou o São Paulo no jogo e empurrou o rival para o campo ofensivo nos minutos finais.


Defesa sólida e maturidade

Se em outros momentos da temporada o time mostrava instabilidade defensiva, desta vez a resposta foi firme. Mesmo com menos posse de bola na reta final, o Palmeiras protegeu melhor sua área.


Gómez e Murilo foram impecáveis nas bolas aéreas, enquanto o sistema defensivo fechava espaços na intermediária. Carlos Miguel praticamente não foi exigido: fez apenas uma defesa simples durante todo o jogo.


A atuação refletiu um time mais equilibrado, capaz de alternar intensidade e controle conforme o contexto da partida.


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