Isolados pela lama: moradores do Ramal Olho d’Água enfrentam colapso no transporte e cobram ação urgente
- Renalice Silva

- 22 de abr.
- 1 min de leitura
Moradores do Ramal Olho d’Água, na região da Transacreana, km 90, enfrentam dias de sufoco por causa das condições precárias da estrada. Imagens gravadas por quem vive na comunidade mostram veículos atolados e o esforço extremo para garantir algo básico: o acesso à escola.

O transporte escolar, feito por caminhonetes, já não consegue vencer a lama. Em vários trechos, os veículos quebram ou ficam presos, deixando estudantes sem aula e evidenciando a falta de estrutura. Para muitas famílias, a educação dos filhos tem sido interrompida por um problema que poderia ser evitado com manutenção adequada das vias.
A situação afeta diretamente também quem vive da produção rural. Sem estrada, não há como escoar o que é plantado. Alimentos se perdem, prejuízos aumentam e o sustento de diversas famílias fica ameaçado.
Na área da saúde, o cenário é ainda mais preocupante. Moradores relatam medo constante diante da possibilidade de emergências, já que o acesso de ambulâncias se torna praticamente impossível em meio à lama.
Diante desse cenário, a comunidade faz um apelo urgente por providências. A cobrança é direcionada ao Governo do Estado do Acre, ao Departamento de Estradas de Rodagem do Acre e à Prefeitura de Rio Branco, para que ações imediatas sejam tomadas.
Para quem vive no Ramal Olho d’Água, a situação já ultrapassou o limite. Não se trata apenas de infraestrutura, mas de dignidade, acesso e sobrevivência. Enquanto nenhuma solução concreta chega, o isolamento segue sendo parte da rotina de quem depende da Transacreana para viver.














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