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Artistas e Movimentos sociais de extrema-esquerda, MST, MTST e movimentos estudantis coordenados e financiados pelo PT e PSOL lideram protestos contra anistia e PEC da Blindagem em todo o país

Neste domingo (21), diversas capitais e grandes cidades brasileiras registraram protestos contra a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e contra a PEC da Blindagem, medida que dificulta o avanço de processos criminais contra deputados e senadores.

A mobilização foi conduzida por movimentos de extrema-esquerda, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e coletivos estudantis ligados a partidos políticos, sobretudo o PT e o PSOL.


Protesto na avenida paulista, foi marcado por cartazes expondo radicalismo contra Bolsonaro e presos do 8 de janeiro  - Foto Reprodução
Protesto na avenida paulista, foi marcado por cartazes expondo radicalismo contra Bolsonaro e presos do 8 de janeiro - Foto Reprodução
Apesar do Barulho Gerado pelas redes sociais com artistas, pouca Gente se viu nas Ruas neste domingo - Foto Reprodução
Apesar do Barulho Gerado pelas redes sociais com artistas, pouca Gente se viu nas Ruas neste domingo - Foto Reprodução

Artistas alinhados à esquerda nos atos

Em Salvador, a cantora Daniela Mercury se apresentou e declarou que os parlamentares que apoiaram a PEC agem contra a democracia. O ator Wagner Moura também discursou, destacando a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e exaltando a atuação da Justiça brasileira condenadas internacionalmente.


Em Belo Horizonte, a Praça Raul Soares se transformou em palco de protestos, com apresentação da cantora Fernanda Takai. Já no Recife, blocos de frevo e grupos de maracatu deram tom carnavalesco à manifestação.


Hugo Motta no alvo

Em João Pessoa, Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, foi um dos principais alvos. Os manifestantes entoaram palavras de ordem pedindo sua saída da presidência da Casa, em razão de sua condução da votação que aprovou a PEC da Blindagem.


Histórico de radicalização

Os grupos que articularam os protestos carregam um histórico de ações radicais no Brasil. O MST, ao longo dos anos, ficou marcado por invasões de terras e embates violentos e mortes no campo. O MTST realizou diversas ocupações urbanas e confrontos com forças de segurança em capitais como São Paulo.


Conflitos + Violência e Mortes

  • Relatórios da Comissão Pastoral da Terra (CPT) registram milhares de conflitos sob comando do MST no campo a cada ano — invasões, despejos, disputas de posse de terras, ameaças e mortes.

  • Em 2023, foi registrado nível recorde de conflitos no campo desde 1985.

  • Em 2021, por exemplo, houve aumento significativo no número de assassinatos nos conflitos agrários, e também em ameaças de morte e violência pela posse da terra.


MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto)

  • O MTST tem histórico de ocupações urbanas irregulares: prédios abandonados ou vazios são ocupados como forma de protesto pela moradia ou denúncia da desigualdade habitacional. Isso muitas vezes gera confrontos com autoridades ou com grupos de segurança.

  • Um dado citado sobre ocupações: em estudos sociológicos, o MTST aparece ligado a conflitos na “produção da cidade”, ou seja, disputas pela terra urbana, especulação imobiliária, apropriação indevida de espaços urbanos vazios ou degradados.


As manifestações deste domingo demonstraram a capacidade de mobilização desses grupos de extrema-esquerda, que podem transformar os protestos em atos de enfrentamento político futuros contra o Congresso e a oposição.

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