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ACABOU A CONVERSA: Trump confirma ações secretas da CIA na Venezuela e ameaça operação militar Pesada contra Maduro a qualquer Momento

Presidente dos EUA diz que Caracas envia drogas e criminosos para o país; bombardeiros B-52 sobrevoam a costa venezuelana e indicam iminência de ataque americano que pode ocorrer a qualquer Momento


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quinta-feira (15) que autorizou ações secretas da CIA na Venezuela e afirmou que uma operação militar contra o governo de Nicolás Maduro pode ocorrer nas próximas horas. A declaração, feita durante entrevista coletiva em Washington, intensifica o clima de tensão entre os dois países e coloca o continente em alerta diante da possibilidade de um confronto direto.


B2 bombardeiro americano - Versão atualizada do B52 Reprodução
B2 bombardeiro americano - Versão atualizada do B52 Reprodução

Trump disse que a decisão faz parte de um esforço para “proteger os Estados Unidos de regimes que apoiam o narcotráfico” e acusou a Venezuela de enviar drogas e criminosos para o território americano. O presidente também revelou que atuações terrestres estão sendo analisadas, após semanas de bombardeios navais realizados por forças norte-americanas no sul do Caribe.


“O mar está sob controle. Agora estamos olhando para a terra. Se Maduro continuar permitindo que o crime se espalhe, vamos agir”, afirmou o republicano.

Operações letais e pressão sobre Maduro

Mais cedo, o jornal The New York Times revelou que a Casa Branca autorizou a CIA a conduzir “operações letais” na Venezuela, possivelmente tendo o presidente Nicolás Maduro e integrantes do alto escalão como alvos. Questionado se agentes americanos receberam autorização para eliminar o líder venezuelano, Trump evitou confirmar.


“Essa seria uma pergunta ridícula para eu responder. Mas acho que a Venezuela está sentindo a pressão, e outros países também”, declarou.

Washington acusa Maduro de liderar o Cartel de los Soles, apontado como organização terrorista internacional. Em agosto, o Departamento de Justiça dos EUA ofereceu US$ 50 milhões de recompensa por informações que levem à prisão do presidente venezuelano.


Forças americanas prontas no Caribe

Fontes militares confirmaram à imprensa norte-americana que sete navios de guerra, um submarino nuclear e mais de 4.500 militares estão posicionados no sul do Caribe, prontos para agir. Aviões de reconhecimento também têm sobrevoado a região em missões de vigilância.


Conforme o site Axios, Trump solicitou um “menu de opções” ao Pentágono, que inclui ataques de precisão a instalações venezuelanas associadas ao narcotráfico. Autoridades americanas não descartam uma invasão limitada com o objetivo de capturar líderes ligados a Maduro.


Bombardeios e críticas internacionais

Nas últimas semanas, os Estados Unidos realizaram ataques navais contra embarcações suspeitas de transportar drogas perto da costa venezuelana. Segundo Trump, 27 pessoas morreram nessas operações. Organizações internacionais, como a Human Rights Watch, criticaram as ações, classificando-as como “execuções extrajudiciais ilegais”.


O tema foi debatido no Conselho de Segurança da ONU, que expressou preocupação com o risco de escalada militar e possíveis violações do direito internacional. Já o governo venezuelano denunciou os ataques, afirmando que as vítimas eram pescadores civis e não narcotraficantes.


Clima de guerra e reação em Caracas

Diante das ameaças, o governo venezuelano colocou as Forças Armadas em estado de alerta máximo e iniciou a mobilização de milicianos e civis para a defesa do território. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, classificou as declarações de Trump como “ato de agressão” e prometeu “responder a qualquer violação da soberania nacional”.

Analistas apontam que o discurso de Trump e o posicionamento militar no Caribe indicam uma possível intervenção iminente.


“Os Estados Unidos parecem prontos para agir. O tipo de equipamento enviado e o discurso do presidente não deixam dúvidas de que a opção militar está na mesa”, avalia o cientista político Carlos Gustavo Poggio, professor do Berea College, nos EUA.

Com as tropas americanas em prontidão e Caracas em alerta, o impasse entre Trump e Maduro pode evoluir, a qualquer momento, para o confronto mais grave entre Estados Unidos e Venezuela nas últimas décadas.

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