A CARA DA VERGONHA: Presidente Lula é vaiado com “GRITOS DE LADRÃO” na chegada em Hotel em Nova York; Governo diz que foco será Assembleia Geral da ONU
- Renalice Silva

- 21 de set. de 2025
- 2 min de leitura
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chegou a Nova York neste domingo (21) acompanhado de sua comitiva de autoridades brasileiras e foi recebido por hostilizações de manifestantes que gritavam “Ladrão!” no momento da chegada em um Hotel reservado para comitiva.
Ao chegar a Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi vaiado e hostilizado por manifestantes que já o aguardavam aos Gritos de “Ladrão” na entrada de seu hotel, em um episódio que ganhou repercussão internacional.

O governo destacou que o foco do mandatário permanece na 79ª Assembleia Geral da ONU, onde discursará sobre pautas globais, reafirmando a posição do Brasil em temas de geopolítica, democracia e desenvolvimento sustentável. Lula afrontou anteriormente o governo Trump, fato que resultou em sanções econômicas contra o Brasil e ministros do STF, aplicadas sob a justificativa de perseguição política ao ex-presidente Bolsonaro, aumentando ainda mais a tensão em sua visita aos Estados Unidos.

O mandatário terá como foco principal a participação na 79ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), evento anual em que chefes de Estado do mundo inteiro discursam e debatem pautas estratégicas da geopolítica. Pelo rito histórico, o Brasil sempre abre a ordem de falas, e o discurso de Lula está previsto para a terça-feira (23).
Agenda de Lula em Nova York
Apesar de a Assembleia Geral começar oficialmente na terça, a agenda do presidente já tem compromissos nesta segunda-feira (22):
12h (horário de Brasília) – Audiência com o diretor-executivo do TikTok, Shou Zi Chew.
16h – Participação na Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados.
19h – Encontro com o rei e a rainha da Suécia.
Na quarta-feira (24), Lula participa da segunda edição do evento “Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo”, organizado em conjunto com os presidentes Gabriel Boric (Chile), Pedro Sánchez (Espanha), Gustavo Petro (Colômbia) e Yamandú Orsi (Uruguai).
Fontes indicam que o governo dos EUA não foi convidado para este evento, justificando a exclusão com base em ações anteriores sob a administração Trump, que questionaram a democracia brasileira e atacaram instituições nacionais.
Comitiva e restrições
Lula desembarcou acompanhado pelos ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Camilo Santana (Educação), Marina Silva (Meio Ambiente), Márcia Lopes (Mulheres), Jader Barbalho (Cidades), Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que também havia sido convidado para participar da conferência internacional da Opas, cancelou a viagem após os Estados Unidos restringirem sua circulação a cinco quarteirões de Nova York, alegando demora na liberação do visto.
Expectativa internacional
A presença de Lula na ONU marca o início do debate global da Assembleia Geral, e analistas destacam que, além de abrir as falas, o Brasil terá papel relevante nas discussões sobre democracia, paz internacional e questões ambientais, reforçando a posição do país em fóruns multilaterais.














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