Tático do 2° Batalhão prende mulher por tráfico de drogas em Rio Branco
- Renalice Silva

- 16 de abr.
- 2 min de leitura
Luana Cristina N.S foi presa em flagrante por tráfico de drogas durante uma ação da Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar, na tarde desta quarta-feira (15), em uma região de difícil acesso no bairro Vila Acre, em Rio Branco.

A ocorrência teve início após policiais militares serem procurados por um homem que preferiu não se identificar. Ele relatou a existência de um suposto ponto de comercialização de entorpecentes em uma residência localizada no loteamento do Ramal Benfica, destacando ainda que o local era de acesso restrito e frequentemente utilizado para atividades ilícitas.
Diante das informações, a guarnição se deslocou até o endereço indicado. Como não havia possibilidade de acesso com viatura, os policiais seguiram a pé até o imóvel. Ao chegarem, encontraram a residência aberta e avistaram uma mulher na parte externa, que se identificou como Luana.

Ainda durante a aproximação, os militares perceberam um odor característico de drogas vindo do interior da casa. Ao ser questionada, a suspeita admitiu que havia entorpecentes no local e afirmou que o material pertencia ao companheiro, que não estava presente no momento, alegando que ele teria saído para comprar uma vela por conta da falta de energia elétrica.
Com autorização da moradora, os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram diversos itens associados ao tráfico de drogas, incluindo balança de precisão, embalagens utilizadas para acondicionamento e um caderno com possíveis anotações da comercialização. Também foram apreendidas porções de skank, cocaína e pasta base, todas já fracionadas e prontas para venda.

Durante a ocorrência, os policiais ainda notaram movimentação na parte dos fundos da residência, porém nenhum outro suspeito foi encontrado.
A mulher recebeu voz de prisão e, por estar com um bebê de colo, a criança foi entregue a um familiar indicado por ela no local.
Luana Cristina N.S foi conduzida à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde ficou à disposição da Justiça. O homem apontado como responsável pelos entorpecentes não foi localizado e segue sendo procurado pelas autoridades.
A Polícia Militar reforçou que denúncias anônimas são essenciais para o combate ao tráfico de drogas e demais crimes, contribuindo diretamente com o trabalho das forças de segurança.














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