🚨😷 Surto de dengue no Acre: casos disparam 68% em todo o estado!
- Renalice Silva

- 7 de out. de 2025
- 2 min de leitura
O Acre vive um alerta preocupante com o avanço da dengue em 2025. Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), com base no Sinan Online, apontam um aumento de 68% nos casos em comparação com o ano anterior, evidenciando o crescimento acelerado da doença em diversas regiões do estado.

Segundo o levantamento, os casos prováveis saltaram de 3.927 em 2024 para 8.351 em 2025. Já os casos confirmados mais que dobraram, passando de 3.167 para 7.102, um crescimento de 68,1% no mesmo período.
A Regional do Baixo Acre, que abrange a capital Rio Branco, concentra a maioria das ocorrências, com 13.867 notificações e 3.534 confirmações. Somente a capital registrou 12.279 notificações e 3.323 casos confirmados, o que representa mais de 40% do total estadual.
Na Regional do Alto Acre, foram 662 notificações e 181 confirmações, com Epitaciolândia se destacando por ter 107 notificações e 81 confirmações, um dos maiores índices de positividade do estado.
A Regional do Juruá/Tarauacá-Envira também apresentou números expressivos: 12.323 notificações e 3.387 casos confirmados. Em Cruzeiro do Sul, a situação é alarmante, com 8.458 notificações e 2.572 confirmações, colocando o município entre os mais afetados.
📍 Situação em municípios selecionados:
Sena Madureira: 565 notificações e 101 confirmações
Plácido de Castro: 181 notificações e 19 confirmações
Feijó: 771 notificações e 132 confirmações
Tarauacá: 1.021 notificações e 270 confirmações
Marechal Thaumaturgo: 213 notificações e 118 confirmações
A Sesacre reforça o alerta à população para intensificar os cuidados preventivos, eliminando possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em locais com água parada.
🚫 Sintomas como febre alta, dores musculares, manchas na pele e cansaço extremo devem ser levados a sério. Em caso de suspeita, é importante procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima.
🦟 O aumento expressivo dos casos reforça a necessidade de mobilização conjunta entre governo e comunidade para conter o avanço da doença no estado.












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