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Rio de Janeiro solicitará apoio do Exército para retomar territórios dominados pelo tráfico Governo estadual apresentará proposta de GLO ao STF até outubro; ações podem começar ainda em 2025


O plano prevê a participação de forças estaduais e federais, com ações iniciais em áreas consideradas de “baixa criticidade”, ou seja, com menor nível de resistência armada.

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rafaela Felicciano/Metrópoles

O governo do Rio de Janeiro vai solicitar oficialmente ao governo federal a implementação de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para permitir a atuação do Exército em comunidades atualmente controladas por organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas. A medida, segundo o secretário de Segurança Pública do estado, Victor dos Santos, será apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) até o dia 15 de outubro e pode resultar em operações conjuntas ainda em 2025.


O plano prevê a participação de forças estaduais e federais, com ações iniciais em áreas consideradas de “baixa criticidade”, ou seja, com menor nível de resistência armada. Entre os locais citados pelo secretário estão Cidade de Deus, partes de São Gonçalo, Vila Kennedy, Antares e Mangueirinha.


Já regiões como o Complexo do Alemão são classificadas como de alta criticidade e devem ficar para etapas posteriores.

Com a GLO, o Exército atuaria em apoio às forças de segurança locais e federais, fornecendo veículos blindados e recursos para retirar barricadas instaladas por criminosos e enfrentar armamentos pesados encontrados nesses territórios.


A proposta atende à determinação do STF na chamada “ADPF das Favelas”, que obriga o governo do Rio a elaborar um plano para retomar áreas dominadas por facções armadas e reduzir a letalidade policial no estado. Além das operações, o secretário destacou que o projeto prevê também ações sociais e de presença efetiva do poder público.


“O poder público não pode se fazer presente na comunidade só com polícia. O Estado tem que se fazer presente de forma plena. E, quando falo ‘Estado’, falo município, estado e União”, afirmou Victor dos Santos.

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