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REVELAÇÃO BOMBA: CIA de Biden teria interferido nas eleições de 2022 no Brasil, afirma ex-secretário dos EUA em audiência na Câmara

O ex-secretário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Mike Benz, fez uma denúncia explosiva nesta quarta-feira, 6 de agosto, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados (CREDN), em Brasília. Segundo ele, a Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA, sob o governo de Joe Biden, utilizou organizações ligadas ao Partido Democrata para interferir diretamente nas eleições presidenciais brasileiras de 2022.


De acordo com Benz, entidades como a National Endowment for Democracy (NED), o National Democratic Institute (NDI) e o Atlantic Council atuaram como instrumentos da CIA para manipular o ambiente político brasileiro após a vitória de Jair Bolsonaro em 2018. O ex-secretário afirmou que essas instituições serviram para disfarçar operações da inteligência americana, financiando grupos locais, orientando ações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e influenciando políticas de censura nas redes sociais.


Mike Benz
Mike Benz
“Foi criada uma mentira de que os Estados Unidos estariam promovendo a democracia subsidiando grupos pela NED. Na verdade, esses grupos foram usados para encobrir ações da CIA”, declarou.

O deputado federal Filipe Barros (PL-PR), responsável pela audiência, classificou as revelações como “um claro atentado à soberania nacional” e cobrou uma investigação formal. Segundo ele, as informações prestadas por Benz indicam que o Partido Democrata norte-americano, por meio de entidades de fachada, atuou para interferir diretamente nas instituições brasileiras e moldar o resultado eleitoral sob o pretexto de proteger a democracia. Benz também acusou o Atlantic Council — composto por ex-diretores da CIA — de fazer parceria direta com o TSE em 2022, inclusive ministrando treinamentos sobre remoção de conteúdos considerados “desinformação”.


Joe Biden, em Washington - Jonathan Ernst/Reuters
Joe Biden, em Washington - Jonathan Ernst/Reuters

A denúncia se estendeu aos principais veículos de checagem de fatos no Brasil. Benz afirmou que agências como a Lupa, Aos Fatos e a Abraji seriam “marionetes” financiadas por Washington, através de órgãos como o Departamento de Estado, a Usaid e a NED, todas supostamente articuladas para censurar conteúdos que contrariassem os interesses políticos do governo norte-americano. Ele ainda revelou que quatro dos nove checadores de fatos usados pelo TSE têm ligações com o CEPPs, uma organização norte-americana voltada ao controle de processos políticos no exterior.



Até o momento, o Tribunal Superior Eleitoral não se manifestou oficialmente sobre as acusações. A audiência segue repercutindo no meio político e levanta questionamentos sobre a real autonomia do processo eleitoral brasileiro frente à influência de agentes estrangeiros.

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