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REUNIÃO NO CHILE: Lula usa verba pública e vai até o Chile participar de "encontro" com presidentes da "extrema-esquerda" e fazer discurso sob o pretexto de defender a democracia.

Sem citar Trump, Lula critica ofensiva contra democracia e defende regulamentação de redes

Lula criticou ataques à democracia, defendeu a regulamentação de redes sociais e destacou a necessidade de combater desinformação em encontro no Chile com líderes internacionais, abordando temas como justiça tributária, governança digital e fortalecimento institucional.


Por Gabriel Oliveira


Durante sua passagem pelo Chile neste fim de semana, às vésperas da Reunião intitulada ALTO NÍVEL “Democracia Sempre”, que será realizada nesta segunda-feira 21 na capital chilena. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva - PT participou de um encontro com PRESIDENTES DO CHILE, ESPANHA, URUGUAI E COLÔMBIA, ESE REUNIU PARA DIVULGAR CARTA CONJUNTA EM DEFESA DA DEMOCRACIA.

Vivemos uma nova ofensiva antidemocrática", disse Lula
Vivemos uma nova ofensiva antidemocrática", disse Lula
“Não basta evocar a democracia nem falar em seu nome: devemos fortalecê-la, renová-la e torná-la significativa para aqueles que sentem suas promessas não cumpridas”, afirmam os líderes

O evento ocorre logo após presidente brasileiro atacar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por demonstrar apoio público e politico a Jair Bolsonaro, a quem Lula e seus aliados acusam de um suposto ataque a soberania.


No entanto, Lula ignora as crescentes tensões denúncias internacionais de abusos de seu Governo cometidos também pela Suprema Corte brasileira, especialmente sob o comando do ministro Alexandre de Moraes - STF, e o crescente desgaste internacional causado por suas próprias ações autoritárias em um contexto que era para ser democrático e não Autocrático.


A divulgação da carta ocorre em um momento de tensão diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos, após a revogação de vistos de ministros do Supremo Tribunal Federal, incluindo Alexandre de Moraes, por decisão do governo norte-americano.

Ao criticar Trump, Lula não levou em consideração que as decisões do governo americano, como a revogação de vistos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), foram motivadas por relatórios que apontam perseguição política no Brasil, censura de redes sociais e penas desproporcionais aplicadas até mesmo contra idosos e cidadãos comuns. Muitos dos condenados por 8 de janeiro, incluindo senhoras e sentinelas, receberam penas que ultrapassam 15 anos de prisão, mesmo sem antecedentes criminais, enquanto criminosos de alta periculosidade a sociedade são soltos em audiências de custódia patrocinadas pelo Judiciário Brasileiro.


Além disso, presos doentes seguem sendo mantidos em cárcere sem tratamento adequado ou concessão de liberdade, em uma clara violação dos direitos humanos, o que tem chamado a atenção de entidades internacionais e motivado a reação do governo Trump.


Outro ponto ignorado por Lula é que sua política externa tem se mostrado intervencionista, contradizendo o discurso de “respeito à soberania”.


Um exemplo foi a ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, foi retirada Aeroporto Internacional Jorge Chávez (Lima, Peru) por um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que foi enviado para resgatar a ex-primeira-dama peruana — condenada a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro, com envolvimento direto com a Odebrecht (atual Novonor) e o regime chavista da Venezuela.


Apesar de exigir respeito à soberania brasileira diante das ações de Trump, Lula foi o primeiro a violar a soberania do Peru para uma condenada, numa manobra considerada agressiva e diplomática desastrosa. Como agravante, a FAB colocou sigilo de cinco anos sobre os gastos da operação, gerando ainda mais suspeitas sobre os interesses envolvidos e evidenciando a falta de transparência no atual governo.


A contradição é ainda mais evidente quando se observa que o mesmo governo que enviou avião oficial para resgatar uma aliada política estrangeira negou apoio à repatriação do corpo de Juliana Marins, jovem brasileira que faleceu na Indonésia após cair de uma trilha no vulcão Rinjani, ignorando um clamor humanitário legítimo a um cidadão brasileiro.


No Brasil está cada dia mais evidente que as Leis estão sendo subvertidas para uso próprio e para defesa de políticos corruptos através mecanismos autoritários e anti democráticos ao invés de defender os interesses do Povo, e não tem democracia nisto.


Lula também propôs a criação de um sistema de comércio alternativo ao dólar através dos BRICS, o que foi visto por autoridades norte-americanas como uma afronta direta à economia dos EUA. Essa “ousadia” reforça o atrito diplomático entre os países e ajudou a fundamentar as decisões recentes da Casa Branca contra integrantes do governo brasileiro.


Enquanto Lula tenta se vender como defensor da democracia em eventos internacionais, como o "Democracia Sempre" no Chile, suas ações e as de seus aliados no Judiciário são vistas como autoritárias, seletivas e prejudiciais à liberdade de expressão e aos direitos civis no Brasil.


A mídia alinhada ao governo continua tentando abafar os fatos, mas a repercussão internacional revela o oposto: o modelo de governo lulista não serve como exemplo democrático — e sim como alerta sobre os riscos de usar a democracia como escudo para o autoritarismo.

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