RECADO DADO: Trump envia caças F-35 ao Caribe e promete abater aviões venezuelanos que ameacem navios dos EUA
- Renalice Silva

- 5 de set. de 2025
- 2 min de leitura
A tensão entre Estados Unidos e Venezuela aumentou nesta sexta-feira (5) após o presidente Donald Trump ordenar o envio de dez caças F-35 para a base aérea de Porto Rico. A medida foi anunciada depois que dois aviões militares venezuelanos sobrevoaram um destróier americano no mar do Caribe, ação que Washington classificou como “altamente provocativa”.
Segundo fontes militares, além dos caças de última geração, já estão mobilizados na região sete navios de guerra, um submarino e cerca de 4,5 mil militares. Fuzileiros navais realizam treinamentos conjuntos em operações por mar e terra.
O Pentágono fez um comunicado oficial nas redes sociais:

“O cartel que controla a Venezuela está fortemente advertido a não tentar obstruir, dissuadir ou interferir nas operações dos militares dos Estados Unidos.”
Trump endureceu ainda mais o discurso ao ser questionado sobre a escalada de tensão. Ele garantiu que, se houver qualquer ameaça vinda da Força Aérea venezuelana, os caças inimigos serão abatidos imediatamente.
A crise vem em meio a uma série de choques recentes. Três dias antes, militares americanos bombardearam uma embarcação no Caribe acusada de transportar drogas da Venezuela para os Estados Unidos. O ataque deixou 11 mortos e foi visto como uma mudança de postura por parte de Washington, dispensando procedimentos de abordagem e prisão.
Outro movimento que chamou atenção foi a decisão de Trump de assinar um decreto alterando o nome do Departamento de Defesa para Departamento de Guerra, medida que, segundo ele, reflete melhor o momento geopolítico atual. O novo chefe da pasta, Pete Hegseth, reforçou que as operações contra cartéis de drogas e o governo de Nicolás Maduro “estão apenas começando”.
Do lado venezuelano, Maduro acusa os Estados Unidos de prepararem uma invasão sob o pretexto de combate ao narcotráfico.
Entre ameaças e demonstrações de força, o impasse entre Washington e Caracas coloca o Caribe em estado de alerta e levanta dúvidas sobre até onde a escalada militar pode chegar.














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