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"Prefeitura abandona população: até medicamentos básicos somem das unidades de saúde"

Atualizado: 8 de abr. de 2025

Amoxicilina, nimesulida e outros remédios essenciais estão em falta; enquanto isso, a prefeitura finge normalidade e empurra a responsabilidade para os mais pobres.




A situação nas unidades de saúde da capital chegou ao limite do inaceitável. Uma rede pública considerada uma das maiores da região não consegue manter sequer o básico nas prateleiras: medicamentos essenciais como amoxicilina e nimesulida desapareceram, deixando os moradores à própria sorte.


“Temos apenas dipirona, e só de 500 mg”, denuncia uma moradora revoltada, que precisou sair às pressas para comprar medicamentos para a mãe, recém-operada. “E quem não pode comprar? Vai ficar assim mesmo, prefeito?”


A indignação cresce entre os usuários do SUS que dependem exclusivamente da rede pública para cuidar da saúde. A ausência de medicamentos básicos, usados amplamente por crianças, adultos e idosos, revela o total descaso da gestão municipal com a população mais vulnerável.


Esta internauta se indiguinou com a falta de remédios No Barral y Barral em Rio Branco

Veja o vídeo:



A pergunta que não quer calar ecoa nas filas e corredores vazios das farmácias públicas: “Prefeito, o que está acontecendo? Onde está o respeito com o povo que precisa de remédio para viver?”

Enquanto discursos vazios continuam sendo feitos, quem depende da saúde pública vive o drama da negligência. E o pior: sem previsão de solução.




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