Prefeito de epitaciolândia volta a prometer ponte no fim do mandato
- comunicacao deolhonoacre
- 1 de abr.
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Obra é anunciada novamente após atrasos e falta de execução, enquanto moradores cobram melhorias básicas

O prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, deve assinar novamente a ordem de serviço para a construção de uma ponte na região de fronteira do município, às vésperas do encerramento de sua gestão.
O projeto, considerado uma das principais promessas do mandato, volta ao centro das atenções em meio a críticas da população e articulações políticas para as eleições de 2026.
A obra já havia sido anunciada anteriormente, com previsão de execução imediata e divulgação de parcerias com a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades.
Apesar disso, moradores afirmam que não houve avanço concreto no local desde o primeiro anúncio.
Uma placa instalada indicava a entrega da ponte até dezembro de 2025, prazo que não foi cumprido. Até o momento, não há registros de início efetivo das obras, como fundações ou estruturas construídas.
Promessas e cobranças
Ao longo do período, a gestão municipal realizou atos públicos relacionados ao projeto, incluindo lançamentos simbólicos, divulgação de licenças ambientais pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre e eventos institucionais.
Enquanto isso, moradores relatam problemas persistentes de infraestrutura em Epitaciolândia, tanto na zona urbana quanto rural. Entre as principais reclamações estão ruas em más condições, falta de iluminação pública, coleta de lixo irregular e dificuldades de acesso em diversos bairros.

Segundo relatos, grande parte das vias estaria em situação precária, o que tem gerado insatisfação entre os moradores.
Gastos e cenário político
Paralelamente às críticas, a administração também investiu em eventos públicos. Um dos destaques recentes foi o anúncio de uma programação com a participação da cantora Joelma, com custo estimado em R$ 650 mil.
Eleito com a proposta de promover melhorias estruturais, Sérgio Lopes encerra o mandato sob questionamentos sobre a execução de obras e o cumprimento de promessas. A nova assinatura da ordem de serviço reacende o debate sobre a viabilidade do projeto e o legado da atual gestão.














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