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Pix nos ônibus de Rio Branco segue sem funcionar mesmo após uma semana da publicação

Mesmo com promessa de modernização, passageiros ainda não conseguem pagar passagens com Pix; prefeitura diz que QR codes devem ser instalados "em breve"

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet
Mais de uma semana após a publicação no Diário Oficial, a lei que autoriza o pagamento da tarifa de ônibus por Pix ainda não saiu do papel em Rio Branco. Sancionada pelo prefeito Tião Bocalom (PL) e divulgada oficialmente no dia 2 de julho, a medida prometia modernizar e facilitar o embarque dos passageiros com a leitura de QR codes diretamente nas catracas dos coletivos — o que, na prática, ainda não acontece.

Uma reportagem da Rede Amazônica Acre constatou que, até o momento, nenhum dos ônibus da capital conta com os códigos necessários para a operação via Pix. A cobrança da passagem continua sendo feita exclusivamente em dinheiro ou pelos tradicionais cartões de passe.

Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

 A lei municipal n.º 2.574 estabelece a alternativa digital como forma de agilizar o processo de pagamento, reduzir o manuseio de cédulas e oferecer mais segurança aos usuários e operadores. O projeto, de autoria do vereador Samir Bestene (PP), também proíbe qualquer tipo de taxa adicional para quem optar pela nova modalidade.

 Segundo o superintendente da RBTrans, Clendes Vilas Boas, a Rico Transportes — empresa responsável pela frota — recebeu prazo de 48 horas para iniciar a instalação dos QR codes. No entanto, o gestor lembrou que a nova legislação possui uma vacância legal de 45 dias antes de entrar plenamente em vigor.


Enquanto isso, a única opção para quem quer usar o Pix é a recarga dos cartões de passe via aplicativo SI.GO. "Já é possível usar o Pix para carregar os créditos. A próxima etapa é permitir que o pagamento seja feito direto no validador do ônibus, sem precisar de aplicativo", afirmou Vilas Boas.

O prefeito Tião Bocalom defende a medida como uma maneira de facilitar o dia a dia da população que utiliza o transporte coletivo. "Hoje, quase ninguém entra no ônibus com dinheiro. Queremos tornar esse processo mais rápido e seguro", declarou.

Apesar das intenções, a ausência de prazos claros e a demora na implementação prática levantam questionamentos sobre a real efetividade da lei. Enquanto isso, os usuários seguem aguardando uma solução mais moderna, como já acontece em outras capitais brasileiras.

 

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