PGR acusa Bolsonaro de chefiar organização criminosa em tentativa de golpe Parecer final aponta ex-presidente como principal articulador e beneficiário de atos contra o Estado Democrático de Direito
- comunicacao deolhonoacre
- 15 de jul. de 2025
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) classificou o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) como “líder da organização criminosa” responsável por uma tentativa de ruptura do Estado Democrático de Direito.

O parecer final da ação penal foi enviado na noite desta segunda-feira (14/7) ao Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido de condenação de Bolsonaro e de outros sete réus.
De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Bolsonaro foi o principal articulador, maior beneficiário e autor dos atos mais graves do esquema, que teria usado o aparato estatal para atacar instituições públicas e o processo sucessório.
Segundo Gonet, com apoio de integrantes do alto escalão do governo e setores das Forças Armadas, Bolsonaro mobilizou recursos e agentes estatais para divulgar narrativas falsas, gerar instabilidade social e defender medidas autoritárias, com o objetivo de permanecer no poder de forma ilegítima.
A PGR pediu que Bolsonaro seja condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado contra o patrimônio da União.














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