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O DESPREZO NO DIA DA INDEPENDÊNCIA: Presidente participa de desfile do 7 de setembro esvaziado em Brasília e aposta em slogans para reforçar imagem desprezada após Escândalos dentro do STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu neste domingo (7) o desfile cívico-militar do Dia da Independência, em Brasília, ao lado da primeira-dama, Janja da Silva, no Rolls-Royce presidencial. Apesar do forte aparato de segurança, o evento registrou público reduzido, em contraste com o noticiado por parte da imprensa, que tentou inflar os números de comparecimento.


O Planalto buscou utilizar a cerimônia como vitrine política, reforçando slogans de patriotismo e soberania nacional, que devem ser incorporados à narrativa eleitoral de 2026. Militantes posicionados próximos ao palanque oficial entoaram frases em apoio ao presidente, como “Lula, guerreiro do povo brasileiro”. Ainda assim, a imagem de Lula segue desgastada, tanto internamente como no cenário internacional.


Nos bastidores da diplomacia, as falas do presidente contra a moeda norte-americana e suas defesas por alternativas ao dólar vêm ampliando o desgaste com os Estados Unidos, que têm rejeitado aproximações mais estreitas com o Brasil. Esse atrito se soma à pressão internacional sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), apontados por opositores como supostos aliados políticos de Lula, e que vêm sofrendo sanções externas pesadas,

comparáveis às aplicadas a regimes classificados como ditatoriais em outros países.


(Foto: Reprodução/TV Brasil)
(Foto: Reprodução/TV Brasil)
Na tribuna em Brasília, Lula esteve acompanhado de Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin, do presidente da Câmara, Hugo Motta, e de ministros de Estado. Convidados, os ministros do STF não compareceram.

O presidente não discursou durante o desfile. No sábado (6), em rede nacional, ele atacou opositores a quem chamou de “traidores da pátria” e voltou a prometer isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, além da taxação dos super-ricos, assuntos que sujaram ainda mais a sua imagem no cenario politico Brasileiro e internacional.


Como parte da estratégia de comunicação, o governo lançou ainda o jingle Coração Brasileiro, interpretado pela ministra da Cultura e cantora Margareth Menezes. A peça oficial foi divulgada nas redes do presidente como celebração da Independência e tentativa de recuperar popularidade.


Enquanto isso, manifestações de direita tomaram as ruas em capitais como Rio de Janeiro e São Paulo. Apoiadores de Jair Bolsonaro pediram anistia e criticaram o STF, enquanto setores da esquerda em números reduzido defenderam a soberania nacional e rejeitaram o perdão aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, fato que mesmo o presidente Lula recebeu perdão do STF por crimes mais graves de lavegem de dinheiro e corrupção passiva.


1. Anulação das condenações por corrupção de Lula pelo STF

As condenações de Luiz Inácio Lula da Silva referentes à Operação Lava Jato, como nos casos do triplex em Guarujá e do sítio de Atibaia, foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal. A decisão foi tomada pelo ministro Edson Fachin em março de 2021, sob o argumento de que a Justiça de Curitiba não tinha competência jurisdicional para julgar os casos. O plenário do STF confirmou essa anulação em abril do mesmo ano


Vamos direito aos FATOS

2. Falas sobre o dólar e as relações com os EUA

O presidente Lula criticou publicamente o uso do dólar como moeda dominante no comércio internacional e defendeu a criação de uma moeda alternativa para uso entre países dos Brics, como uma forma de reduzir a dependência dos EUA. Essa posição gerou descontentamento diplomático e preocupação com possíveis retaliações comerciais.


Além disso, houve tensão diplomática com os Estados Unidos em julho de 2025, após Trump anunciar tarifas comerciais e Lula reagir com afirmações sobre soberania nacional, recusa de interferência e defesa de medidas retaliatórias legais. O Brasil contestou a narrativa de déficit comercial e reafirmou o interesse em dialogar por meio da OMC


Em julho de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs sanções significativas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, Alexandre de Moraes. Essas medidas geraram uma crise diplomática entre os dois países e tiveram repercussões políticas internas no Brasil.


🛑 Sanções Impostas pelos EUA por extrapolar os limites.

  1. Revogação de Vistos: Em 18 de julho de 2025, o governo dos EUA revogou os vistos de Alexandre de Moraes, de seus aliados no STF e de seus familiares imediatos. O secretário de Estado, Marco Rubio, justificou a ação alegando que Moraes havia criado um "complexo de perseguição e censura tão amplo" que violava os direitos dos brasileiros e afetava cidadãos americanos.


  2. Sanções Econômicas (Lei Magnitsky): Em 30 de julho de 2025, o Departamento do Tesouro dos EUA incluiu Moraes na lista de sanções da Lei Magnitsky. Isso resultou no congelamento de ativos nos EUA e na proibição de transações financeiras com instituições americanas. A justificativa foi que Moraes teria abusado de sua autoridade judicial para realizar "caças às bruxas políticas" contra cidadãos e empresas, incluindo ações contra opositores políticos e jornalistas, tanto no Brasil quanto nos EUA


  3. Tarifas Comerciais: Simultaneamente, Trump impôs tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras para os EUA, como parte de uma estratégia de pressão econômica para interromper o julgamento de Jair Bolsonaro, aliado político de Trump


⚖️ Reação do STF e do Governo Brasileiro

O STF, por meio de seus ministros, reagiu com indignação às sanções. Em 13 de julho de 2025, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, publicou uma carta intitulada "Em Defesa da Constituição, da Democracia e da Justiça", condenando as medidas de Trump


Além disso, o ministro Flávio Dino afirmou que decisões judiciais estrangeiras não têm efeito no Brasil, desafiando diretamente as sanções impostas pelos EUA


O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também repudiou as ações de Trump, considerando-as uma violação da soberania nacional as decisões que sansionar os Ministro dentro do territorio americano e uma tentativa de interferir no sistema judiciário brasileiro, sendo que o proprio tribunal do Brasil impos bloqueio de redes sociais de cidadão americanos dentro do territorio americano, mas se contradiz varias vezes sobre estes assuntos.

🇧🇷 Soberania Nacional? Veja as Posturas Externas adotadas pelo presidente LULA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem enfatizado a defesa da soberania nacional, especialmente em resposta a ações de outros países que considera interferências indevidas. Por exemplo, diante das sanções impostas pelos Estados Unidos ao ministro Alexandre de Moraes, Lula afirmou que o Brasil não aceitará imposições externas que a soberania é fundamental para a nação


✈️ Asilo a Nadine Heredia

Em abril de 2025, o governo brasileiro concedeu asilo a Nadine Heredia, ex-primeira-dama do Peru, condenada por corrupção no caso Odebrecht. LULA usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para resgatá-la e ainda, impôs sigilo de cinco anos sobre os custos operacionais da operação. Ela se refugiou na Embaixada do Brasil em Lima após ser condenada a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro qualificada. A decisão gerou críticas internas, com alguns questionando a concessão de asilo a uma pessoa envolvida em corrupção.


🇦🇷 Apoio a Cristina Kirchner

O presidente Lula também manifestou apoio à ex-presidente argentina Cristina Kirchner, condenada por corrupção. Em junho de 2025, Lula entrou em contato com Kirchner para expressar solidariedade e incentivá-la a "manter sua luta por justiça" Gazeta do Povo. Essa postura gerou debates sobre a consistência da defesa da soberania nacional quando se trata de apoiar líderes estrangeiros em situações semelhantes.


A concessão de asilo a Nadine Heredia e o apoio a Cristina Kirchner podem ser vistos como ações que, em alguns casos, contrariam a ênfase na soberania nacional.


A crítica central reside na percepção de que, ao intervir em assuntos internos de outros países, o governo brasileiro pode estar adotando uma postura contraditória em relação à defesa da soberania quando ele mesmo pede pela tal soberania que NÃO respeita em outros paises.



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