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#NA MIRA DOS EUA: Trump Ordena Pentágono e Forças Militares Americanas para agirem contra o tráfico de drogas na América Latina e surpreende governo brasileiro: Veja o porquê

O presidente dos Estados Unidos da America, Donald Trump, ordenou ao Pentágono que prepare ações militares contra cartéis latino-americanos de drogas, classificados por Washington como organizações terroristas e criminosas. A decisão, parte de uma estratégia mais ampla de Trump para enquadrar o crime organizado na categoria de ameaça à segurança nacional.


Reprodução AP Photo/Silvia Izquierdo
Reprodução AP Photo/Silvia Izquierdo

O governo brasileiro, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já foi alvo de críticas e preocupações por parte dos Estados Unidos, especialmente após autorizar, em fevereiro de 2023, a atracação de dois navios de guerra iranianos no Porto do Rio de Janeiro.


Além disso, o Brasil, sob o governo Lula, rejeitou formalmente uma solicitação do governo dos Estados Unidos para classificar facções como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas — algo que permitiria aplicar sanções e facilitar a atuação de órgãos de segurança internacional. Deixando Claro que com LULA o crime esta protegido no BRASIL.

Enquanto grande parte da população brasileira permanece refém de grupos que espalham terror por onde passam, ela segue desarmada e vulnerável diante de um sistema marcado por corrupção. Sob leis rigorosas que criminalizam a posse de armas por cidadãos comuns — mesmo quando destinadas à proteção de suas famílias —, facções criminosas continuam a atuar com armas de grosso calibre, impondo um cenário de insegurança e medo que preocupa autoridades e especialistas em segurança pública.

Além disso, o atual sistema legal muitas vezes beneficia criminosos, que, mesmo envolvidos em homicídios ou tráfico de drogas, são frequentemente liberados em audiências de custódia ou com penas reduzidas voltando logo as ruas para cometerem mais crimes, resultado das fragilidades das leis brasileiras.


No que diz respeito à presença de grupos terroristas islâmicos, um relatório de 2013 do The Brazil Business apontou a presença de até sete organizações no território brasileiro, incluindo Al-Qaeda, Jihad Media Battalion, Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica, Al-Gama’a Al-Islamiyya e Grupo Combatente Islâmico Marroquino. Investigações subsequentes da Polícia Federal confirmaram casos pontuais — como a Operação Trapiche, deflagrada em novembro de 2023, que resultou na prisão de dois suspeitos de ligação com o Hezbollah envolvidos em planos de ataque à comunidade judaica no Brasil


Segundo os EUA, essas organizações atuam dentro do território nacional, muitas vezes concentradas na região da Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai). Autoridades que monitoram a área defendem que o Brasil participe de forma mais ativa da luta internacional contra o terrorismo.


Forças Militares Americanas - Treinamento EUA
Forças Militares Americanas - Treinamento EUA

Documentos vazados pelo site WikiLeaks indicam que, em diversas ocasiões, a Polícia Federal prendeu indivíduos com ligações a redes terroristas, mas registrou acusações não relacionadas ao tema, supostamente para evitar estigmatizar a comunidade muçulmana ou prejudicar a imagem do país como destino turístico.

Nesse contexto, o governo brasileiro foi surpreendido pela revelação, feita pelo New York Times, de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou ao Pentágono preparar ações militares contra cartéis latino-americanos de drogas, classificados por Washington como organizações terroristas e criminosas. A medida integra uma estratégia mais ampla da Casa Branca para enquadrar o crime organizado como ameaça à segurança nacional.
REUTERS/Leah Millis - Reprodução Agência Brasil
REUTERS/Leah Millis - Reprodução Agência Brasil

Desde maio, autoridades americanas têm pressionado o Brasil a adotar essa mesma classificação para facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho, que dominan regiões do Brasil de Norte a sul e de Leste a oeste — proposta amplamente rejeitada pelo governo LULA, mas defendida por parte da oposição.


A presidente do México, Claudia Sheinbaum, reagiu com firmeza, descartando qualquer possibilidade de tropas estrangeiras entrarem em seu território diante da eminente ameaça militar dos EUA.


Governo Lula e Maduro (Foto: Ricardo Stuckert/Secom)
Governo Lula e Maduro (Foto: Ricardo Stuckert/Secom)

Na semana passada o Governo Americano Dobrou a oferta pela Captura de Nicolás Maduro ao qual o BRASIL e Governo LULA tem afinidades incomuns. O Departamento de Justiça dos EUA acusou Maduro — e outros altos integrantes do regime venezuelano — de liderar o chamado “Cartel de los Soles”, uma rede de Narcotráfico de Drogas que teria colaborado com as FARC para enviar grandes quantidades de cocaína aos EUA e paises da América Latina incluindo o BRASIL como uma forma de “usar drogas como arma” contra a população e Governos.


  • O governo estadunidense ofereceu recompensas: inicialmente 15 milhões de dólares, posteriormente elevados a 25 milhões pelo governo Biden, e, mais recentemente, a 50 milhões de dólares sob a administração Trump, alegando que Maduro facilitou o tráfico de drogas (inclusive cocaína possivelmente misturada com fentanil) aos EUA


  • Além disso, foi reportado que cerca de 30 toneladas de cocaína vinculadas à sua rede foram apreendidas

Treinamento EUA
Treinamento EUA

No Brasil, a cúpula das Forças Armadas considera improvável que a máquina militar americana atue unilateralmente na região, apesar da retórica agressiva de Trump. O Acordo Militar Brasil–EUA, vigente desde a década de 1950 e responsável por operações conjuntas, segue ativo, com novo exercício previsto para outubro, em Petrolina (PE).


(Foto: Reprodução/Youtube | Valter Campanato/Agência Brasil | Reuters)
(Foto: Reprodução/Youtube | Valter Campanato/Agência Brasil | Reuters)

O Itamaraty intensificou a vigilância diplomática e, na última semana, convocou três vezes o encarregado de negócios da Embaixada Americana, Gabriel Escobar, para prestar esclarecimentos sobre comunicados do Departamento de Estado que acusam autoridades brasileiras de autoritarismo e uso irregular de recursos públicos.


Enquanto Washington intensifica sua política de classificar o narcotráfico como terrorismo, Brasília busca equilibrar a "narrativa da defesa da soberania nacional", adotando, no entanto, uma postura contrária às recomendações dos Estados Unidos.

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