Lula no Acre: A Frieza que o Governo Petista Não Consegue Esconder
- comunicacao deolhonoacre
- 10 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
No Acre, o sentimento é claro: Lula não representa o povo que, em 2022, escolheu Jair Bolsonaro de forma expressiva. Enquanto o presidente Bolsonaro era recebido com multidões vibrantes nas ruas do estado, Lula desembarcou no Acre para uma recepção morna, com poucas pessoas, segurança reforçada e um clima que denunciava a distância entre o governo federal e a população local.

Não há como esconder: o Acre não elegeu Lula. Em praticamente todas as principais cidades do estado, Bolsonaro venceu com larga vantagem. E esse fato reflete o que se viu na visita presidencial — um público reduzido, um olhar desconfiado e um cansaço generalizado diante das promessas que não se concretizam.
Durante a visita, Lula tentou lançar mão da velha retórica de que “ninguém fez 10% do que eu fiz no Acre”. Mas a verdade é que o povo sabe que esses discursos não passam de falácias para encobrir a ausência de resultados concretos, principalmente na segurança pública e no desenvolvimento econômico, áreas onde o estado mais sofre.

A população acreana não é boba. Sabe que o palco da visita presidencial é cuidadosamente escolhido para esconder as verdadeiras demandas, as ruas vazias e os olhares desconfiados. Esse é o retrato do que Lula representa no Acre hoje: uma liderança desconectada, que perdeu o respeito e a confiança do povo.
O Acre não aceita mais. Não engole mais o discurso de quem veio só para criticar, ofender e jogar a culpa em quem construiu avanços reais na segurança pública e no desenvolvimento local.
Essa visita mostrou claramente que, para o povo acreano, Lula é um governo distante, marcado pela desconfiança e pela rejeição silenciosa — um contraste que ninguém pode ignorar.

















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