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Fachin vai decidir se Toffoli continua no caso Banco Master após menções encontradas pela PF

Perícia localiza citações ao ministro em celular de empresário investigado e aumenta pressão no STF.

foto reprodução
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deverá decidir se há conflito de interesse na atuação do ministro Dias Toffoli no processo que apura suposta fraude financeira envolvendo o Banco Master. A análise ocorre após a Polícia Federal (PF) identificar menções a Toffoli no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição.

Em última instância, caberá a Fachin avaliar se Toffoli poderá permanecer na supervisão do inquérito. Até o momento, o presidente da Corte não se manifestou publicamente sobre o caso.


A informação sobre as citações foi divulgada inicialmente pelo UOL e confirmada pela CNN Brasil. Segundo as apurações, mensagens periciadas pela PF fariam referência a pagamentos ao ministro. O primo de Vorcaro, Fabiano Zettel, também investigado, aparece nas conversas mencionando esses supostos repasses.


Diante da descoberta, a PF comunicou oficialmente o presidente do STF sobre os arquivos localizados, apontando possíveis indícios de irregularidades, mas sem formalizar pedido de suspeição do ministro.


Nos bastidores, segundo apuração, Fachin solicitou que Toffoli se manifeste sobre o conteúdo encontrado no aparelho celular do empresário.


Questionamentos sobre a condução do caso

A atuação de Toffoli no processo já vinha sendo alvo de críticas. O ministro determinou o mais alto grau de sigilo no inquérito e decidiu que as provas obtidas na segunda fase da Operação Compliance Zero ficassem acauteladas. Posteriormente, encaminhou o material à Procuradoria-Geral da República (PGR) e designou quatro peritos para atuar na análise das provas.


Também houve questionamentos após o ministro viajar ao Peru para acompanhar a final da Copa Libertadores em um jatinho de um advogado que atua no caso Banco Master. Além disso, vieram à tona informações de que familiares, sócios do resort Tayayá, teriam relação com fundos de investimentos ligados a Vorcaro.


No dia 29 de janeiro, Toffoli divulgou nota pública rebatendo as críticas e, segundo interlocutores, descartava a possibilidade de se afastar do caso.


Nota do gabinete e posicionamento da defesa

Em nota divulgada na noite de quarta-feira (11), o gabinete de Dias Toffoli classificou como “ilações” a manifestação da Polícia Federal e afirmou que a instituição não tem legitimidade para pedir suspeição.


“O gabinete do ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145 do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo ministro ao presidente da Corte”, diz o comunicado.


Já a defesa de Daniel Vorcaro afirmou ver com preocupação o que chamou de “vazamento seletivo” de informações da investigação. Em nota, os advogados sustentam que a divulgação de trechos da apuração gera “constrangimentos indevidos”, favorece interpretações precipitadas e pode prejudicar o direito de defesa.


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