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🚨 EUA apertam o cerco: ministros do STF e familiares entram na lista de sanções americanas!

Medidas atingem Alexandre de Moraes, sua esposa e mais 18 autoridades brasileiras; relação entre Brasília e Washington fica cada vez mais tensa.

A ofensiva dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras ganhou novos capítulos e aumentou o clima de tensão entre os dois países. Desde o anúncio do chamado “tarifaço” de Donald Trump, Washington vem aplicando sanções que atingem ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), familiares e assessores diretos — somando pelo menos 18 nomes na lista de penalizados.

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet
O ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, foram os únicos alvos da Lei Magnitsky, dispositivo usado pelos EUA para punir pessoas envolvidas em corrupção ou violações de direitos humanos. A sanção, que inclui bloqueio de bens e restrições financeiras, é considerada uma das medidas mais duras da diplomacia americana.

Antes disso, sete ministros do STF — Luís Roberto Barroso, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Edson Fachin — já haviam tido vistos americanos cancelados, junto com o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

(Imagem: Arte Migalhas)
(Imagem: Arte Migalhas)

Também foram atingidos o advogado-geral da União Jorge Messias, o ex-procurador-geral José Levi, o ex-juiz eleitoral Benedito Gonçalves e assessores ligados a Moraes, como Airton Vieira, Marco Antonio Martin Vargas e Rafael Henrique Janela Tamai Rocha.


No governo federal, as sanções chegaram ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que enfrenta restrições de circulação nos EUA. Sua esposa e a filha de apenas dez anos também tiveram os vistos cancelados. O secretário Mozart Júlio Tabosa Sales e o ex-funcionário Alberto Kleiman foram acusados de envolvimento em suposto esquema de “trabalho forçado” no programa Mais Médicos.


As medidas se intensificaram após protestos no Brasil contra a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. O endurecimento de Trump é interpretado como uma forma de pressão direta sobre o Judiciário brasileiro.


Com cancelamentos de vistos, bloqueios financeiros e restrições de viagem, o episódio aprofunda o isolamento de parte da elite jurídica e política do país, gerando um dos momentos mais delicados nas relações entre Brasília e Washington nos últimos anos.


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