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#DADA A LARGADA? EUA enviam tropas ao sul do Caribe e elevam tensão com Venezuela

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta quinta-feira (14) o envio de tropas aéreas e navais para o sul do mar do Caribe, em uma operação militar que, segundo ele, pretende interceptar o tráfico de drogas na região.


Rubio relacionou diretamente essas ações ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a quem acusou de chefiar o chamado Cartel dos Sóis — grupo que Washington classificou, em julho, como organização terrorista internacional.


“O regime de Maduro não é um governo, é uma organização criminosa. Eles tomaram o controle de um país e ameaçam os Estados Unidos e os países vizinhos”, declarou Rubio.

Sem fornecer detalhes operacionais, o secretário afirmou que a meta é combater cartéis latino-americanos que estariam enviando drogas para território norte-americano. Ele também reforçou a acusação, sem apresentar provas, de que o Cartel dos Sóis atua em águas internacionais e representa “uma das organizações criminosas mais complexas do mundo”.


Resposta de Caracas

Setores das Forças Armadas venezuelanas consideram improvável um ataque militar direto, interpretando o deslocamento de aviões e navios como uma demonstração de força da Casa Branca.


O professor Henry Navas Nieves, especialista em história militar, destacou que os EUA têm preferido métodos indiretos para pressionar governos, como ocorreu na Líbia, evitando custos elevados de guerras como as do Iraque e Afeganistão.


Nesta semana, o governo venezuelano afirmou ter frustrado uma tentativa de atentado contra alvos estratégicos, incluindo hospitais e instalações de abastecimento. Segundo o ministro do Interior, Diosdado Cabello, foram apreendidos explosivos capazes de atingir alvos a mais de 1 km de distância, e um dos planos era atacar a Praça Venezuela, em Caracas.


Escalada recente

A movimentação militar ocorre dias após Washington dobrar para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à prisão de Maduro. A procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, também anunciou a apreensão de mais de US$ 700 milhões em bens atribuídos ao presidente venezuelano — incluindo mansões, aviões e joias —, sem apresentar provas ou indicar a localização dos ativos.


O ministro das Relações Exteriores, Yván Gil, classificou a medida como “propaganda política ridícula”, enquanto o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, disse que a ofensiva americana é “imoral” e que grupos criminosos como o Tren de Aragua já foram “completamente desmantelados” no país.


O próprio Maduro respondeu dizendo que a estratégia dos EUA é parte de uma “guerra de declarações” e prometeu uma resposta que, segundo ele, pode marcar “o começo do fim do império estadunidense”.

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