Clima de pressão no Ninho: Bap cobra reação imediata e Flamengo vive semana decisiva
- comunicacao deolhonoacre
- 23 de fev.
- 2 min de leitura
Presidente sobe o tom com Boto, Filipe Luís e elenco, enquanto clube tenta conter tensão antes da final da Recopa.

A vitória por 3 a 0 sobre o Madureira, pelo Campeonato Carioca, amenizou o noticiário, mas não esfriou o clima no Flamengo. Nos bastidores, o ambiente virou uma verdadeira panela de pressão às vésperas da decisão da Recopa Sul-Americana contra o Lanus, marcada para quinta-feira, no Maracanã.
O presidente Bap esteve no Ninho do Urubu no último sábado e subiu o tom. Em reuniões com o diretor de futebol Jose Boto, o técnico Filipe Luis e também com jogadores, o dirigente cobrou respostas rápidas após um início de temporada considerado abaixo das expectativas.
Investimento alto, cobrança maior
Internamente, a diretoria entende que manteve a base do elenco e investiu pesado para fortalecer o grupo. Por isso, esperava resultados mais consistentes desde o começo do ano. A derrota na Supercopa do Brasil e o desempenho irregular no Estadual acenderam o alerta.
Embora encontros entre Bap e a comissão técnica sejam frequentes — geralmente a cada dez dias —, desta vez o discurso foi mais incisivo. A cobrança deixou claro que a margem para tropeços diminuiu drasticamente.
Incômodo no elenco
Entre os jogadores, o momento é de atenção. Alguns atletas avaliam que a comunicação interna poderia ser mais aberta, principalmente em relação a decisões da comissão técnica e da direção de futebol. O clima já não é o mesmo de temporadas anteriores, quando o ambiente era apontado como um dos diferenciais do clube.
Apesar da tensão, a goleada recente serviu como respiro. A expectativa agora é que o resultado dentro de campo ajude a reequilibrar o ambiente fora dele.
Decisão como divisor de águas
A final contra o Lanús é tratada como ponto-chave. Um título pode transformar cobrança em confiança. Uma derrota, por outro lado, tende a aumentar ainda mais a pressão.
No Ninho, a palavra de ordem é administrar o ambiente, blindar o elenco e responder no gramado. Porque, no Flamengo, vitória alivia — mas só título acalma de vez.














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