Please Enable JavaScript in your Browser to Visit this Site.

top of page
Whatsapp Deolhonoacre
Renalice (1).gif

BRASIL RUMO AO COLAPSO FINANCEIRO: Crise nas contas Publicas batem record e podem Deixar Governo LULA em Colapso: "Em pouco não terá dinheiro nem para o Básico no Brasil"

Estudo aponta risco de “apagão fiscal”, com orçamento comprometido e ameaça a serviços essenciais, aposentadorias e investimentos, a estratégia do Governo para tapar o rombo nas contas públicas, tem sido criar novos impostos e aumentar a Carga tributaria.


A situação das contas públicas brasileiras acendeu um alerta vermelho entre economistas e especialistas em finanças públicas. Segundo projeções do Instituto Fiscal Independente (IFI), vinculado ao Senado Federal, o Brasil pode enfrentar um colapso fiscal já em 2027, caso não sejam adotadas medidas urgentes de contenção de gastos.


Foto: Ricardo Stuckert | PR
Foto: Ricardo Stuckert | PR

Lula percorre o mundo sorridente, fazendo discursos e tentando se firmar como líder global, enquanto o Brasil a beira do colapso se torna alvo de críticas internacionais devido aos sucessivos escândalos de corrupção que voltaram a crescer em seu governo — fatos que, segundo analistas, expõem a verdadeira face do atual governo do PT


Conforme o levantamento, o crescimento acelerado das despesas obrigatórias — como Previdência, salários de servidores, benefícios sociais e repasses constitucionais — vem consumindo quase todo o orçamento da União. O cenário projetado é de um “apagão fiscal”, em que 100% das receitas disponíveis serão usadas apenas para cobrir despesas correntes, sem sobrar espaço para investimentos ou manutenção de serviços públicos.


Arrecadação recorde, mas gastos fora de controle

Mesmo com recordes de arrecadação, o problema está no descompasso entre receitas e despesas. De janeiro a junho deste ano, o governo arrecadou R$ 1,44 trilhão em impostos, um crescimento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, os gastos obrigatórios já consomem mais de 90% do orçamento federal, deixando praticamente nenhuma margem para investimentos em infraestrutura ou políticas estratégicas.


“Não é um problema de arrecadação, é um problema de descontrole nos gastos. O governo arrecada muito, mas gasta ainda mais”, afirma o economista José Roberto Afonso, especialista em contas públicas.

“Se nada for feito, em 2027 o orçamento estará completamente engessado. Não haverá dinheiro nem para custeio básico da máquina pública.”


"Apagão Eminente” em serviços essenciais

O cenário traçado pelos técnicos prevê paralisação de investimentos estratégicos e cortes drásticos em áreas essenciais. Obras de infraestrutura — como estradas, ferrovias, portos, aeroportos e projetos de saneamento — Deverão ser totalmente interrompidas.


“Estamos caminhando para o zero em investimentos. O país ficará sem recursos até mesmo para despesas básicas, como combustível para o Ibama e a Polícia Federal, ou pagamento de energia e água nas repartições públicas”, alerta o consultor fiscal Marcos Mendes.

O peso das despesas sociais e salariais

Boa parte do desequilíbrio vem das chamadas despesas obrigatórias, que incluem aposentadorias, salários de servidores e programas sociais. O Bolsa Família, por exemplo, paga R$ 600 por família e representa um dos principais gastos permanentes do governo.


Além disso, os gastos com funcionalismo público — professores, médicos e servidores federais — têm crescido acima da média de inflação, pressionando ainda mais o orçamento. “Esses gastos são constitucionalmente protegidos e não podem ser reduzidos sem reformas profundas”, explica Mendes.


Projeções preocupantes

Segundo o Instituto Fiscal Independente, a arrecadação federal deve cair dos atuais 18,3% do PIB para 17,7% até 2035, enquanto as despesas devem subir de 18,9% para 20,4% do PIB. Esse descompasso estrutural cria uma situação considerada “insustentável” por analistas.


Sem reformas, o país corre o risco de perder credibilidade fiscal e ver aumentar os juros e a dívida pública, comprometendo ainda mais a capacidade de investimento.


“Estamos repetindo o mesmo erro de outros períodos de descontrole fiscal. O Brasil precisa de um ajuste sério e de longo prazo. Caso contrário, o colapso será inevitável”, conclui o economista Afonso.

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
  • Pagina do Instagram
  • Página Facebook
  • Página do X
  • Grupos do Whatsapp
  • Canal Oficial no Whatsapp

Veja Também

bottom of page