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Alerta no Acre: mais de 60% da água tratada se perde antes de chegar às torneiras

Estado está entre os piores do país em eficiência no saneamento e enfrenta risco de desperdício, prejuízo e falta d’água

FOTO REPRODUÇÃO
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Um levantamento divulgado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, acendeu um alerta sobre a situação do saneamento básico no Acre. O estado aparece entre os quatro piores do país em eficiência na distribuição de água.

Segundo o estudo “Perdas de Água 2025”, baseado em dados do sistema nacional de informações, o Acre registra um índice de perdas de 62,25% — muito acima da média brasileira, que é de 40,31%. Isso significa que mais da metade da água tratada não chega às casas da população.


Acre entre os piores do Brasil

O estado figura ao lado de regiões com os piores indicadores do país, como Alagoas, Roraima e Pará, evidenciando uma grave deficiência na infraestrutura de abastecimento.

Enquanto isso, unidades da federação como Goiás, Distrito Federal, São Paulo e Paraná apresentam índices bem menores, com perdas inferiores a 35%, refletindo maior eficiência na gestão do sistema.


Desperdício triplica média nacional

Outro dado preocupante é o índice de perdas por ligação. No Acre, são mais de 1.001 litros desperdiçados por dia por ponto de consumo, quase três vezes acima da média nacional, que é de 348 litros.


Esse cenário coloca o estado entre os piores do país também nesse indicador, revelando problemas estruturais e operacionais no sistema de distribuição.


Impactos vão além do desperdício

De acordo com o estudo, estados com altos índices de perdas enfrentam riscos maiores de interrupção no abastecimento, além de pressão sobre os recursos hídricos e aumento de custos operacionais.


A situação também evidencia desigualdades regionais, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde há menor capacidade de investimento e manutenção dos sistemas.


Brasil longe do ideal

O problema não se restringe ao Acre. Em nível nacional, o Brasil ainda está distante dos padrões internacionais. Dados do Banco Mundial indicam que países desenvolvidos têm média de perdas de cerca de 15%, bem abaixo dos índices brasileiros.


Além disso, o país apresentou pouca evolução nos últimos anos, mantendo níveis elevados de desperdício e longe das metas estabelecidas pelo governo federal.


Desafio urgente

Os dados reforçam a necessidade de investimentos em infraestrutura, modernização dos sistemas e melhoria na gestão do saneamento básico no Acre.

Sem avanços significativos, o estado pode continuar enfrentando prejuízos ambientais, econômicos e riscos no fornecimento regular de água à população.


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