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Alan Rick cobra ação imediata e pressiona por assinatura de contrato para tirar Acre do fundo do ranking ambiental

O senador Alan Rick voltou a cobrar providências concretas para retirar o Acre das últimas posições do país nos indicadores de saneamento e sustentabilidade ambiental. O estado aparece na 26ª colocação no Ranking de Competitividade dos Estados 2025 no pilar Sustentabilidade Ambiental — um resultado que contrasta com a imagem histórica do Acre como referência na defesa da Amazônia.

Para o parlamentar, os números revelam um problema estrutural que exige decisão política e agilidade administrativa.


“Tenho trabalhado desde 2021 para tirar o Acre das vergonhosas últimas posições em saneamento no Brasil. Os dados apresentados mostram claramente nossa realidade e reforçam a necessidade de ação imediata”, afirmou.

Segundo Alan Rick, já existe um projeto estruturado e pronto para avançar. A proposta contempla abastecimento de água, tratamento de esgoto, drenagem urbana e gestão adequada de resíduos sólidos, dentro de uma modelagem integrada para todo o estado.


O senador destacou que o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional entregou, ainda em 2024, o contrato para realização dos estudos técnicos e preparação da modelagem do saneamento integrado do Acre. O documento foi entregue ao prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, mas, até o momento, ainda não foi assinado.


“Conquistamos o apoio do ministério, garantimos o contrato e estruturamos o caminho técnico para resolver o problema. O que falta agora é a assinatura para que possamos iniciar a execução. O Acre não pode mais esperar”, reforçou.

Dados de 2023 apontam que apenas 13,2% do esgoto é tratado no estado. Em Rio Branco, o índice de tratamento é de 30%, abaixo da média da Região Norte. Para Alan Rick, o cenário compromete diretamente a saúde pública, a dignidade da população e o desenvolvimento econômico.


O senador defende investimentos estruturantes, parcerias público-privadas, metas vinculadas a resultados e maior transparência na execução das políticas ambientais. Ele afirma que o debate deve ganhar centralidade no cenário político estadual.


“A Amazônia é patrimônio, mas também responsabilidade. O Acre precisa transformar discurso em ação concreta. Não podemos continuar sendo símbolo ambiental no imaginário e lanterninha nos indicadores”, concluiu

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