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A verdade sobre Bocalom: Milhões em investimento do Governo Federal e torneiras e promessas vazias.

Mesmo após o repasse de quase R$ 9,5 milhões do governo federal para a reestruturação da Estação de Tratamento de Água da (ETA II) responsável por 40% do abastecimento da cidade, moradores de diversos bairros de Rio Branco seguem enfrentando desabastecimento constante.


A situação tem se tornado crítica em várias áreas a cada dia em rio branco sobre a efetividade da gestão municipal sob comando do prefeito Tião Bocalom.


Na última semana de março, quatro novas bombas foram anunciadas para instalação na ETA II. Um carregamento de tubulações chegou à capital no dia 26/03, como parte do pacote emergencial para mitigar os impactos causados pelos seguidos colapsos no sistema de captação e tratamento.



No total, o governo federal autorizou R$ 9,5 milhões para a compra de bombas centrífugas e reestruturação voltadas ao saneamento básico. No entanto, a prefeitura informou que o investimento gira em torno de quase R$ 6 milhões, divergência que não foi esclarecida.


Os recursos foram autorizados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e constam no Diário Oficial da União (DOU). O envio do montante foi condicionado à apresentação de um plano de trabalho e ao reconhecimento da situação de emergência na cidade, que há meses lida com falhas no fornecimento de água.


Apesar da liberação dos recursos, moradores continuam denunciando a falta de água em várias regiões da capital acreana. Ruas com torneiras secas, reservatórios vazios e promessas não cumpridas aumentam a insatisfação da população sob a gestão de Bocalom.



As Críticas à administração de Bocalom se intensificaram após declarações do prefeito sobre a rejeição de investimentos que, segundo ele, não tenham “finalidade de aplicação clara”. A fala repercutiu negativamente diante do cenário de abandono apontado por moradores, que também relatam ruas esburacadas, esgotos a céu aberto, acúmulo de lixo e matagal em vários bairros.

Recentemente foi anunciado outro grande investimento de R$ 17 Milhões do Governo Federal para reestruturação completa das ETAS, as declarações recentes do prefeito Tião Bocalom a respeito da reforma da Estação de Tratamento de Água (ETA 2) soam como um alívio político, mas pouco significam para os milhares de moradores de Rio Branco que seguem com torneiras secas e promessas não cumpridas.


Ao afirmar que “graças a Deus conseguimos resolver” após uma reunião com o secretário nacional de Defesa Civil, o prefeito transfere o mérito a um esforço quase milagroso, enquanto a responsabilidade de executar os investimentos e garantir que a população tenha acesso à água tratada é, essencialmente, sua.


A gestão municipal não pode se sustentar em celebrações de repasse de verbas quando a realidade nas ruas e do saneamento básico é de abandono, improvisos e colapso.


Bocalom celebra que "o dinheiro caiu na conta", mas não menciona que o caos no abastecimento continua, mesmo com os recursos liberados. É uma comemoração precoce, vazia, e descolada da realidade enfrentada pela população — uma gestão pública que comemora saldo em conta, mas não entrega serviço básico.

O prefeito também minimiza a crise passada dizendo que a nova estação ficará “novinha, sem mais problemas”, ignorando que a falta de manutenção e planejamento dos anos de sua Gestão foi justamente o que levou à destruição da ETA 2. Vindo ao colapso até a virada da balsa, as bombas submersas de forma imprópria — tudo isso é reflexo direto da negligência administrativa. E agora, ao invés de assumir responsabilidades, Bocalom terceiriza até mesmo as justificativas.


Sobre as bombas, o argumento de que os equipamentos “não são de prateleira” e vêm do México é, no mínimo, insustentável para justificar a demora. Em uma crise de abastecimento como a que Rio Branco enfrenta, a urgência exige ação imediata e não explicações técnicas vazias.


A população não quer saber se a bomba veio do México ou da Lua — quer água tratada nas torneiras e uma gestão que funcione, se não tem capacidade de Gestão como quer chegar e ir mais Longe?.

A verdade é que não há mais espaço para discursos vazios, nem para propaganda em cima de um investimento que não trouxe retorno prático.



Enquanto Bocalom fala em “novidade” e “solicitude”, bairros inteiros vivem na incerteza e o abandono de quando poderão cozinhar, lavar ou simplesmente tomar banho. A gestão não pode continuar celebrando aquilo que ainda não foi entregue. É hora de parar de terceirizar responsabilidades e agir com seriedade. A população de Rio Branco não precisa de alívio verbal — precisa de água, ruas bem asfaltadas e atitude.


Diante da crise hídrica e dos desafios de infraestrutura urbana, o debate sobre a capacidade de execução da atual gestão ganha força. A população cobra respostas e ações concretas para solucionar problemas que se arrastam há anos sem solução, mesmo com recursos federais à disposição, a pergunta que fica é para onde está indo este Dinheiro?

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