7 DE SETEMBRO É MARCADO POR PROTESTOS: Povo vai às Ruas em várias capitais do país pela anistia do 8 de janeiro e julgamento de Bolsonaro, causando forte impacto no governo Lula e STF
- Renalice Silva

- 7 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Manifestações percorreram diversas capitais brasileiras neste 7 de setembro, com apoiadores de Jair Bolsonaro reivindicando a anistia aos condenados pelos atos do dia 8 de janeiro e acompanhando de perto o julgamento do ex-presidente. Os protestos geraram grande repercussão e aumentaram a pressão política sobre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
COPACABANA - RJ
No Rio de Janeiro, aliados do ex-presidente discursaram no carro de som, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho mais velho, o governador Cláudio Castro, e o deputado Alexandre Ramagem (PL), que também é réu no STF por golpe de Estado.
Durante o ato, os manifestantes exibiram mensagens de apoio ao presidente dos EUA, Donald Trump, e gritaram palavras de ordem contra o STF e o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo contra Bolsonaro em uma suposta trama Golpista.
Entre as faixas, destacou-se a frase "Golpe é eleição sem Bolsonaro. Anistia já", em referência à inelegibilidade do ex-presidente até 2030, determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político na eleição de 2022.

As mobilizações foram mais intensas em São Paulo e no Rio de Janeiro, reunindo milhares de pessoas nas Ruas em protestos pacíficos. Apesar de, em sua maioria, terem ocorrido de forma pacífica, houve registro de bloqueios de vias e pequenos tumultos em algumas regiões.

O Brasil passa por uma polarização política e coloca o governo federal em alerta, diante da combinação de demandas populares por anistia e do andamento judicial do ex-presidente, tornando o 7 de setembro um dia de tensão e forte repercussão nacional.
AVENIDA PAULISTA - SP
Na capital paulista, os manifestantes começaram a se concentrar na Avenida Paulista por volta das 13h, exibindo cartazes e bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel, incluindo uma bandeira gigante dos EUA.

Entre os cartazes, destacavam-se frases como "Fé em Deus, Eduardo Bolsonaro. Edu, nós o apoiamos. Donald Trump, thank you very much", pedidos por liberdade, democracia e anistia, além de mensagens como "Fora Moraes" e "SOS Trump, Bolsonaro Free".
A abertura do ato foi marcada pelos gritos dos manifestantes de "Lula ladrão, seu lugar é na prisão" e de ataques ao ministro do STF Alexandre de Moraes, seguida pela execução do Hino Nacional.














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