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“É TEMPO DE QUEBRAR O SILÊNCIO!” Semulher inicia 21 Dias de Ativismo e convoca população na luta contra a violência

18 de nov. de 2025
2 min de leitura

A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) deu início, nesta terça-feira (18), à campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, durante cerimônia realizada no auditório da Fecomércio, em Rio Branco. O evento reuniu autoridades, representantes de movimentos sociais, instituições parceiras e profissionais da rede de proteção, destacando o compromisso conjunto no enfrentamento às diversas formas de violência que atingem mulheres e meninas no estado.

Durante encontro, Semulher apresenta planejamento de ações realizadas durante o período da campanha. Foto: Rebeca Martins
Durante encontro, Semulher apresenta planejamento de ações realizadas durante o período da campanha. Foto: Rebeca Martins
Com o lema “21 dias pela vida delas. Quebre o silêncio”, a iniciativa busca mobilizar a sociedade para o combate ao feminicídio, ampliar o acesso à informação e fortalecer políticas públicas de proteção.

Ações intensificadas

No lançamento, a Semulher apresentou o planejamento das atividades que serão realizadas ao longo dos 21 dias, incluindo formações para a rede de atendimento, rodas de diálogo, campanhas educativas, ações em escolas e articulações com setores da segurança, saúde, justiça e assistência social.

Secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, afirma que “campanha depende do engajamento de todos”. Foto: Rebeca Martins
Secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, afirma que “campanha depende do engajamento de todos”. Foto: Rebeca Martins
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou o papel da sociedade no enfrentamento ao problema.“Essa campanha é de extrema importância. Não podemos permitir que nossas mulheres continuem sendo vítimas. A luta depende do engajamento de todos”, afirmou.

Compromisso das instituições

A comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marta Renata, destacou que as forças de segurança irão reforçar ações, especialmente em áreas isoladas do Acre.“Nós, mulheres, sofremos violência simbólica e estrutural. O Estado precisa unir forças para mudar essa realidade”, disse.

Comandante-geral da Polícia Militar do Acre, coronel Marta Renata, ressalta a necessidade de articulação conjunta entre as instituições. Foto: Rebeca Martins
Comandante-geral da Polícia Militar do Acre, coronel Marta Renata, ressalta a necessidade de articulação conjunta entre as instituições. Foto: Rebeca Martins

Representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, movimentos sociais e parlamentares também reafirmaram o compromisso de ampliar o alcance da campanha e garantir que mais mulheres tenham acesso à rede de apoio.


Quebrar o silêncio salva vidas

A campanha reforça que a violência contra a mulher é um problema coletivo e que o silêncio contribui para a continuidade dos abusos. A orientação é que qualquer caso seja denunciado pelos números 190, 180 ou pelos canais oficiais da segurança e assistência social.

A Semulher reforça que a rede de proteção está ativa em todo o estado e que a denúncia é um passo fundamental para salvar vidas.


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