URGENTE: Toffoli dobra a aposta e dá nova ordem à PF
- Renalice Silva

- 12 de fev.
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O ministro Dias Toffoli, relator do chamado caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (12) que a Polícia Federal (PF) encaminhe à Corte todo o conteúdo extraído dos celulares apreendidos e periciados no âmbito da investigação. A decisão amplia o acesso do Supremo aos elementos coletados até o momento.

A medida foi adotada após o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregar ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório técnico sobre a análise realizada nos aparelhos do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Conforme as apurações, o nome de Toffoli foi mencionado em mensagens localizadas em um dos dispositivos examinados.
Na determinação, o ministro estabeleceu que a Polícia Federal deve remeter, de forma integral, os dados de todos os celulares e mídias apreendidas, bem como os respectivos laudos periciais. Isso inclui informações telemáticas, registros informáticos e conteúdos telefônicos, assegurando que o Supremo tenha acesso completo ao material produzido pela investigação.
Ao encaminhar o relatório ao STF, a PF mencionou o artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura (Loman), dispositivo que trata da suspeição — situação em que o magistrado pode se declarar impedido de atuar em determinado processo caso haja circunstâncias que comprometam sua imparcialidade.
A referência ao artigo ocorreu após a identificação de menções ao ministro nas mensagens analisadas.














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