Professora de 44 anos morre após passar mal ao chegar à igreja para rezar em Rio Branco
Mikaelle Matias de Miranda seguia para a igreja, onde tinha o hábito de rezar após o expediente. Pessoas que estavam no local tentaram socorrê-la, mas ela não sobreviveu.

A pedagoga Mikaelle Matias de Miranda, de 44 anos, morreu na noite de sexta-feira (9), após apresentar um mal-estar nas proximidades da Catedral Nossa Senhora de Nazaré, no Centro de Rio Branco. Ela havia acabado de chegar ao local e se preparava para entrar na igreja, segundo informações.
De acordo com Ricardo Melo, companheiro da professora, ela costumava visitar a catedral depois de sair do trabalho. Naquela noite, porém, começou a passar mal logo após desembarcar do carro de aplicativo.
Pessoas que estavam na igreja perceberam a situação e iniciaram os primeiros atendimentos. Entre elas, havia profissionais de enfermagem que participavam de um grupo de oração. As tentativas de reanimação continuaram até a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas Mikaelle não resistiu.
A suspeita inicial é de que a professora tenha sofrido um infarto. No entanto, até a manhã de sábado (10), a causa da morte ainda não havia sido confirmada oficialmente.
Atuação na educação
Mikaelle trabalhava como mediadora na Escola Luiza Batista de Souza, situada no bairro Esperança, na capital acreana. Pedagoga e formada em Letras, com habilitação em português e inglês, ela acompanhava estudantes que necessitavam de apoio especializado.
Segundo o marido, a dedicação aos alunos era uma das características marcantes da professora. A morte provocou comoção entre colegas de trabalho e integrantes da comunidade escolar.
Professora deixa filho de 11 anos
Mikaelle e Ricardo estavam juntos havia aproximadamente 15 anos e tinham um filho de 11 anos. A família também se preparava para comemorar o aniversário dela, marcado para 27 de outubro, quando completaria 45 anos.
O corpo permanecia no Instituto Médico Legal (IML) na manhã de sábado, aguardando a liberação. A previsão informada pela família era de velório na capela São João Batista e sepultamento no cemitério de mesmo nome.
A morte inesperada interrompeu os planos da família e deixou parentes, amigos e colegas de profissão profundamente abalados.













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