Professor é preso no Acre após denúncias de suspeita de abuso sexual contra adolescentes
Prisão preventiva foi cumprida em Jordão após denúncias envolvendo uma estudante de 13 anos e relatos sobre outras três alunas. O investigado também responde a outra apuração semelhante.

A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (28), um mandado de prisão preventiva contra um professor identificado pelas iniciais R.P.O., investigado por suspeita de estupro de vulnerável no município de Jordão, no interior do Acre. A decisão foi tomada pela Justiça após a análise de informações reunidas durante as investigações.
O caso começou a ser apurado em julho de 2026, depois que a mãe de uma adolescente de 13 anos procurou as autoridades para denunciar a situação. Segundo a Polícia Civil, a denúncia ocorreu após a jovem enviar mensagens de texto relatando o que teria acontecido.
A partir das informações recebidas, os investigadores passaram a apurar a conduta do professor em uma escola da rede estadual de ensino no município.
Outras três alunas foram mencionadas na investigação
Durante as diligências, a Polícia Civil recebeu relatos envolvendo outras três estudantes que também teriam sido submetidas a comportamentos inadequados, com conotação sexual e contatos físicos indevidos dentro da sala de aula.
Essas informações foram incluídas na investigação e passaram a ser analisadas pelas autoridades responsáveis pelo caso.
Além desse procedimento, os policiais identificaram outro inquérito em andamento contra o professor. A segunda investigação apura uma suspeita de estupro de vulnerável contra outra estudante de 13 anos, em um caso que teria ocorrido na comunidade rural Rio de Janeiro, também em Jordão.
Justiça determinou prisão preventiva
De acordo com a Polícia Civil, a decisão de decretar a prisão preventiva levou em consideração os elementos reunidos durante as apurações, os novos relatos e a existência de outra investigação de natureza semelhante. A Justiça também considerou o risco de que novas ocorrências pudessem acontecer.
O caso segue sob investigação. As suspeitas ainda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes, respeitando o direito à defesa e a presunção de inocência do investigado.














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