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Polícia Civil prende homem condenado a mais de 14 anos de prisão por estupro de vulnerável em Rio Branco

Na manhã desta sexta-feira, 26, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigação da Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (Decav), cumpriu um mandado de prisão contra A.J.A.A., de 40 anos. Ele foi condenado definitivamente pelo crime de estupro de vulnerável e cumprirá uma pena de 14 anos e 2 meses de reclusão em regime inicialmente fechado.

O caso veio à tona após a adolescente de 16 anos relatar os episódios a uma prima que a visitava. Foto: cedida
O caso veio à tona após a adolescente de 16 anos relatar os episódios a uma prima que a visitava. Foto: cedida

A prisão ocorreu no bairro Centro, na capital acreana. Após os procedimentos legais na delegacia, o capturado foi colocado à disposição do Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena.


O condenado aproveitava-se da relação de proximidade e confiança para cometer os crimes. Ele era casado com a tia das vítimas, duas irmãs que, na época dos fatos, tinham 12 e 16 anos de idade e residiam com o casal. O modus operandi do agressor consistia em agir nos momentos em que ficava sozinho com as menores ou enquanto elas dormiam, tocando as partes íntimas das adolescentes.


O crime só começou a ser descoberto quando a vítima mais velha desabafou com uma prima durante uma visita familiar. Ao tomar conhecimento da situação, a parente foi direto à delegacia formalizar a denúncia e revelou que o comportamento do homem era antigo, já que ela própria havia sofrido os mesmos abusos na infância.


A delegada Carla Fabíola, titular da DECAV, alertou para a gravidade do silêncio nesses casos e reforçou o papel crucial da sociedade no enfrentamento à violência sexual infantojuvenil. “A denúncia precoce é a única ferramenta capaz de interromper esse ciclo de abusos e proteger quem mais precisa”, destacou a delegada.


Carla Fabíola ressaltou que a denúncia imediata é um dever de toda a sociedade para garantir a proteção de crianças e adolescentes. “sem a devida intervenção jurídica, o agressor continuará em liberdade, fazendo novas vítimas”, informou.


por: PCAC

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