MARCADA FÍSICA E EMOCIONALMENTE: TJAC solta criminoso reincidente em menos de 24h após ataque brutal a servidora pública em area de mata do Horto Florestal: população reage indignada
Atualizado: 15 de jan. de 2025
O caso que chocou Rio Branco no último fim de semana colocou em xeque a atuação do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). Guilherme Silva da Cruz, de 24 anos, monitorado por tornozeleira eletrônica, foi solto em Menos de 24 Horas após o seu ataque violento contra uma servidora pública de 50 anos no Horto Florestal no último sábado, mas, não é só isso, a juíza plantonista do TJAC Joelma Ribeiro Nogueira ainda questionou a ação policial, colocando a guarnição em situação de "crime de tortura" ao acusado que foi conduzido a delegacia ileso sem ferimento Algum, após o eficiente trabalho da PM, colocando o criminoso como vítima e o deixando em liberdade provisória, para cometer possivelmente outros crimes e deixando a vítima e a população perplexas com a decisão neste último domingo.

A mulher, que fazia caminhada no Horto Florestal acompanhada de sua cachorrinha na manhã do último sábado, 11, foi brutalmente atacada e espancada por Guilherme Silva da Cruz e levada para uma area de Mata onde seria supostamente Estuprada.
Segundo depoimento prestado à Polícia Militar, ele a agarrou pelo pescoço a enforcou e com extrema violencia, asfixiou-a, jogou-a em uma área de mata, fazendo ela perder a concienscia e ao reacordar tentou calá-la enquanto ela lutava desesperadamente por sua vida.
A vítima desmaiou e, ao recobrar a consciência, estava jogada em um igarapé, com a alça de sua pochete enrolada duas vezes em seu pescoço e suas roupas rasgadas. Mesmo ferida e em choque, conseguiu se arrastar para fora do igarapé e pedir ajuda a um vigilante que acionou a polícia Militar.

A mulher afirma que Guilherme tinha a intenção de estuprá-la, pois ele não pediu o aparelho celular da vítima em nenhum momento e que o acusado também não levou outros pertences dela (chave do carro, brincos, fone de ouvido).
Após a prisão de Guilherme, identificado pela vítima e reconhecido por sua tatuagem no pescoço, as autoridades concluíram que se tratava de uma tentativa de estupro, já que o agressor não roubou nenhum pertence da mulher, incluindo um aparelho iPhone que ficou no local do crime.

Diante das informações, os policiais fizeram patrulhamento na região do bairro Tancredo Neves e localizaram o homem em um centro espírita. Guilherme utilizava tornozeleira eletrônica e afirmou ter uma condenação de 10 anos por tentativa de estupro e assalto.
Apesar dos indícios, a juíza Joelma Ribeiro Nogueira concedeu a liberdade provisória ao acusado durante audiência de custódia no domingo, 12, com o aval do promotor de Justiça Rogério Voltolini Muñoz.
Na oportunidade, o Ministério Público manifestou-se pela homologação do flagrante e pela concessão de liberdade provisória. A magistrada concluiu que os requisitos previstos no Art. 312 do CPP não estavam presentes. Assim, decidiu conceder liberdade provisória ao custodiado. A juíza determinou também o envio de cópias do processo à Controladoria do Controle Externo do Ministério Público para apuração de possível crime de tortura.
A decisão revoltou a sociedade acreana, que vê o caso como mais um exemplo de impunidade para criminosos. A vítima segue marcada física e emocionalmente pelas agressões, enquanto o acusado volta às ruas, gerando medo e indignação entre os cidadãos.
O TJAC e o Ministério Público agora enfrentam uma enxurrada de críticas, com questionamentos sobre a responsabilidade e a sensibilidade de suas ações diante de crimes de tamanha gravidade.















Juíza incompetente, da mesma laia do Thalles