Médico cristão queima Labubu e alerta para “porta espiritual”
- Renalice Silva

- 14 de jul de 2025
- 2 min de leitura
"Comecei a perceber uma atmosfera estranha", relatou o doutor Victor Dias
O médico cristão Victor Dias compartilhou com os seguidores ter queimado bonecos Labubu após sentir-se incomodado com a estética sombria do brinquedo e decidir pesquisar mais a fundo sobre o item. Para ele, há “elementos espirituais” por trás desses bonecos que “não podemos ignorar”.

Em publicação no Instagram, ele deixa seu relato e o vídeo do momento em que queima um exemplar. De acordo com Victor, sua esposa adquiriu um interesse em comprar versões raras do boneco.
– Recentemente, rodei Milão com minha esposa para comprar um boneco chamado Labubu. Um objeto aparentemente inofensivo, caro, de colecionador, vendido como arte, mas que, de alguma forma, despertou nela o desejo intenso de adquirir versões raras. Por trás da “felicidade da minha esposa” em conseguir esses modelos exclusivos, algo começou a me incomodar profundamente – introduziu.
Na sequência, ele afirma que a “expressão do boneco, o olhar vazio e macabro, os dentes expostos” começaram a incomodá-lo.
– Sinceramente, comecei a perceber uma atmosfera estranha, especialmente ao redor dos meus filhos. Após estudar um pouco mais, descobri que o Labubu é uma criação do artista Kasing Lung, e faz parte da linha “The Monsters”. Os personagens têm aparência distorcida, caótica e quase sempre sombria. Muitos apontam semelhanças entre o Labubu e representações do demônio Pazuzu, figura da antiga Mesopotâmia associada a doenças, destruição e possessã, também retratada no filme O Exorcista – escreveu.
O médico observa que há “versões do boneco ainda mais sombrias”, e que a estética infantil “é apenas uma camada”.
– Por trás dela, podem existir elementos espirituais que não podemos ignorar. Este boneco pode não ser apenas um brinquedo ou uma peça de arte. Ele pode ser uma porta espiritual aberta. Por isso, tomei uma decisão definitiva: não vendi, não doei, não joguei fora. Se não serve para mim, não entregarei a mais ninguém. Eu destruí.
Por fim, Victor convida os seguidores a refletirem e buscarem discernimento sobre o assunto.
– Como médico, pai e cristão, convido você a refletir e exercer discernimento. Ao longo de mais de 10 anos de formação e mais de 60 mil pacientes atendidos, posso afirmar com clareza: já presenciei coisas que a medicina não explica – concluiu.
Por: Pleno.news














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