Laudo: Enfermeira morta após perseguição policial não consumiu drogas e arma não tinha seu DNA
Segundo apontado no laudo pericial da trágica morte da enfermeira Géssica Melo de Oliveira, de 32 anos, que foi atingida por dois disparos do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) durante uma perseguição na BR-317, em Capixaba, no final do ano passado.

De acordo com o laudo, a perícia revelou que não foi encontrado o DNA da enfermeira na arma que estava com ela no local do incidente. "NEGATIVO para traço de DNA recente compatível com o DNA de Géssica Melo de Oliveira, sendo desta feita POSITIVO para a presença de traços genéticos MASCULINOS, na estrutura da arma, carregador e munições", cita um trecho do documento.
Além disso, o laudo revelou que os disparos que resultaram na morte da enfermeira partiram das armas dos policiais. "Ela foi executada", acrescentou a defesa.
Outro ponto importante destacado no laudo é a ausência de álcool ou drogas nas amostras colhidas. Segundo o documento, foram encontrados apenas vestígios de medicamentos antidepressivos, corroborando a tese defendida pela defesa da enfermeira desde o início do inquérito.
Este desdobramento lança luz sobre o caso e reforça a necessidade de uma investigação minuciosa e imparcial para garantir justiça para Géssica Melo de Oliveira e sua família.
ContilNet















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