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Jovem é preso com arma de fogo durante perseguição na mata no bairro Areal, em Rio Branco

10 de nov. de 2025
2 min de leitura

Uma ação rápida e estratégica da Força Tática do 2° Batalhão da Polícia Militar (2° BPM) resultou na prisão de Victor Eduardo Lima de Paiva, de 19 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite de sábado (8), em um beco localizado na Travessa Beija-Flor, bairro Areal, em Rio Branco (AC).


A equipe realizava patrulhamento intensivo nos bairros Santa Inês, Recanto dos Buritis, Areal e Canaã, regiões com alto índice de crimes contra a vida e confronto entre organizações criminosas.



Durante a ronda, um motociclista de aplicativo abordou a viatura relatando que havia recebido um chamado suspeito para corrida na Travessa Beija-Flor, no bairro Areal. Ele disse ter se recusado a aceitar a corrida por desconfiar do comportamento de três jovens no local.


Com base na denúncia, os militares decidiram realizar patrulhamento na área — conhecida por ser ponto de fuga de criminosos e possuir casas abandonadas. No local, os policiais visualizaram três indivíduos correndo em direção a uma área de mata, vestindo roupas de mangas longas e bonés.


Durante as buscas, os militares localizaram Victor Eduardo escondido atrás de uma árvore. Ao ser abordado, ele se rendeu. Próximo ao local, os policiais encontraram um revólver prateado calibre .22 com cinco munições intactas e um telefone celular. O suspeito confessou que os objetos lhe pertenciam.


Victor Eduardo recebeu voz de prisão por porte ilegal de arma de fogo e foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), junto com o material apreendido.


A Força Tática destacou ainda que criminosos vêm utilizando o serviço de transporte por aplicativo para emboscar rivais e sequestrar motoristas, mantendo-os reféns enquanto realizam os ataques. Na noite anterior (7), a mesma equipe havia prendido seis indivíduos com três armas de fogo e um carro de aplicativo roubado, libertando o motorista que era mantido em cativeiro.


O local onde Victor e os demais suspeitos estavam reunidos possuía características típicas de ponto de encontro de facção criminosa, com redes armadas sob uma casa abandonada. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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