Gladson Cameli e Márcio Bittar formalizam acordo sobre sucessão estadual e apoio mútuo ao Senado
Entendimento envolve vice-governadora Mailza Assis e prefeito Tião Bocalom; MDB defende candidatura própria e Petecão intensifica articulações pelo Acre

O governador Gladson Cameli (PP) e o senador Márcio Bittar (PL) formalizaram um acordo político em torno da sucessão estadual de 2026. O entendimento envolve diretamente a posição da vice-governadora Mailza Assis (PP) e do prefeito Tião Bocalom (PL), ambos apontados como potenciais candidatos ao governo do Estado.
A projeção de Mailza e Tião como possíveis candidatos gerou divisões internas no grupo político, provocando tensão e reorganização entre lideranças locais. Ontem, em conversa por telefone, Cameli solicitou que Bittar deixe a sucessão com ele e, em contrapartida, ambos firmaram apoio mútuo para a disputa ao Senado. Bittar confirmou à imprensa:
“Gladson e eu temos o mesmo objetivo que é manter a unidade do grupo. Vou apoiá-lo para o Senado e ele vai me apoiar.”
O governador, por sua vez, destacou ter múltiplos planos para a eleição de 2026:
“Tenho planos A, B e C…”
Enquanto isso, o MDB articula candidatura própria, liderado pelos vereadores Fábio Araújo, Raimundo Neném e Éber Machado, defendendo que o partido pode discutir alianças apenas em um eventual segundo turno. Éber Machado reforçou:
“Se o Marcus Alexandre não quer ser candidato majoritário, tem quem queira.”
No cenário político acreano, o senador Sérgio Petecão (PSD) segue intensificando articulações pelo estado, e o prefeito Tião Bocalom (PL) reafirmou interesse em disputar a eleição:
“Nunca disse para ninguém que não tinha o sonho de ser governador do Estado”, afirmou durante o Festival da Macaxeira.
Entre outras lideranças, a diretora-presidente do DERACRE, Sula Ximenes, mantém distância das especulações eleitorais. Sua gestão é destacada por elevar a imagem de competência e eficiência do órgão, consolidando reconhecimento espontâneo da população sobre sua atuação.














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