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Flamengo vence, mas preocupa: atuação entra na lista das piores da era Filipe Luís

Rubro-Negro faz dois gols em dois chutes no alvo, sofre pressão do Vitória e depende de Cebolinha, Royal e Rossi para garantir os três pontos.

foto reprodução
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O Flamengo conquistou sua primeira vitória no Brasileirão 2026 ao bater o Vitória por 2 a 1, no Barradão, pela terceira rodada. Apesar do resultado positivo, a atuação rubro-negra aumentou a lista de desempenhos abaixo do esperado sob o comando de Filipe Luís.

Com dificuldades na saída de bola, erros técnicos em sequência e pouca criatividade no meio-campo, o time carioca finalizou apenas duas vezes no alvo durante os mais de 90 minutos — e marcou nos dois lances. A eficiência garantiu os três pontos, mas o desempenho voltou a acender o alerta.


O Vitória foi superior fisicamente em grande parte do confronto e criou oportunidades suficientes para sair com a vitória. O Flamengo teve mais sorte do que controle do jogo, especialmente no primeiro tempo, quando mal conseguiu passar do meio-campo.


Boas notícias em meio à pressão

Se coletivamente o time preocupa, individualmente algumas atuações trouxeram alívio. Everton Cebolinha justificou a titularidade com uma assistência e um gol, sendo decisivo. Emerson Royal, alvo de críticas recentes, apresentou bom desempenho tanto ofensivo quanto defensivo. Já o goleiro Rossi, apesar de falhas na saída de bola, terminou como herói ao defender um pênalti.


O primeiro gol saiu em chute de longa distância de Pulgar, alternativa encontrada diante da dificuldade para infiltrar na defesa adversária. O segundo veio após lançamento de Léo Ortiz concluído por Cebolinha.


Paquetá isolado e defesa insegura

Lucas Paquetá voltou a atuar mais avançado, como meia pela direita, mas teve pouca participação e foi apontado como um dos responsáveis pela origem do gol do Vitória. Filipe Luís explicou a escolha tática em coletiva, afirmando que o jogador atua como meia no esquema 4-3-3 e não como ponta.


A defesa também apresentou fragilidades. Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro tiveram atuação irregular e demonstraram falta de sintonia. O setor defensivo segue exposto, especialmente nas transições rápidas dos adversários.


Arrascaeta também pouco apareceu e teve atuação discreta. O Flamengo abusou de lançamentos longos e cruzamentos, mas com baixo aproveitamento.


Pressão aumenta

Após empates e atuações irregulares contra Internacional e Fluminense, o time volta a ser questionado pela falta de controle com a bola e pela queda de rendimento em comparação à temporada campeã de 2025.


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