FALÊNCIA TOTAL: Correios aprovam empréstimo EMERGENCIAL de R$ 20 bilhões para evitar colapso financeiro e demissões em massa
O que parecia impossível na gestão do ex-presidente Bolsonaro que atualmente esta preso em um plano audacioso da esquerda no país, o governo Lula fez em muito pouco tempo: a maior estatal sólida do país entrou em colapso financeiro sem precedentes e mergulhou em um caos de dívidas, com rombos Bilionários nunca vistos antes.
O Conselho de Administração dos Correios teve de aprovar, de forma emergencial, neste sábado (29), a contratação de um empréstimo de R$ 20 bilhões, em meio ao cenário financeiro mais crítico da estatal nos últimos anos. O dinheiro será usado para garantir liquidez imediata, preservar empregos, regularizar pagamentos atrasados e dar início ao plano de reestruturação da empresa.
A operação, proposta por um grupo formado por Banco do Brasil, Citibank, BTG Pactual, Banco ABC Brasil e Safra, ainda depende da aprovação do Tesouro Nacional, já que a União deverá atuar como garantidora do crédito perante os bancos.

De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, a taxa de juros acertada ficou próxima de 136% do CDI, abaixo da primeira oferta, mas ainda acima do patamar ideal buscado pela direção da empresa. O Comitê de Garantias do Tesouro usa como referência 120% do CDI para operações desse tipo, justamente para impedir custos elevados ao setor público.
Mesmo com a tentativa de ampliar o número de instituições financeiras consultadas, não houve avanço para redução de juros nas últimas negociações.
📉 Correios acumulam prejuízo e risco de insolvência
O conselho tomou a decisão após avaliar o balanço do terceiro trimestre, que registrou prejuízo de R$ 6 bilhões em 2025 — salto expressivo em relação aos R$ 2,1 bilhões de perdas no mesmo período do ano passado. Entre julho e setembro, o déficit somou R$ 1,69 bilhão.

O fluxo de caixa negativo gira em torno de R$ 750 milhões por mês. Projeções internas apontam que, sem mudanças estruturais, o rombo pode atingir:
R$ 10 bilhões em 2025
R$ 23 bilhões em 2026
A estatal cita queda de receitas, aumento de despesas operacionais, pressões judiciais e trabalhistas, inflação acumulada e reajustes salariais como os principais fatores do agravamento da crise.
🛠️ Reestruturação prevista a partir de 2026
O presidente da estatal, Emmanoel Rondon, que assumiu o cargo em setembro, afirmou que a captação dos recursos é fundamental para estabilizar a operação, retomar pagamentos atrasados e reorganizar a empresa.
Entre as medidas previstas para os próximos anos estão:
Corte de despesas
Modernização de sistemas
Automação logística
Revisão de unidades com baixa eficiência
Negociação do passivo do Postal Saúde
As condições completas do empréstimo só serão divulgadas oficialmente após a análise e liberação final pelos órgãos supervisores.















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