💪 Esperança e proteção: Acre anuncia construção da Casa da Mulher Brasileira e Centro de Referência para transformar a vida de mulheres em vulnerabilidade
Em um passo marcante na luta pela proteção e valorização das mulheres, o governador Gladson Cameli assinou nesta terça-feira (14) a ordem de serviço para a construção da Casa da Mulher Brasileira tipo 2 e do Centro de Referência da Mulher Brasileira, ambos em Rio Branco. As obras, com investimento superior a R$ 6,2 milhões, prometem fortalecer a rede de atendimento e acolhimento a mulheres em situação de vulnerabilidade em todo o Acre.

O Centro de Referência, localizado na Estrada da Floresta, será um espaço de acolhimento humanizado, oferecendo suporte psicológico, social e jurídico, com equipe multidisciplinar preparada para atender casos de violência de gênero. Já a Casa da Mulher Brasileira, situada na Via Verde, reunirá em um único local diversos serviços públicos — como Delegacia, Ministério Público, Defensoria, triagem, alojamento e brinquedoteca — garantindo atendimento ágil, proteção e autonomia para as mulheres.
Durante a cerimônia, o governador Gladson Cameli reafirmou o compromisso do Estado com a causa feminina:
“É inadmissível que ainda existam casos de feminicídio em 2025. Essa obra representa o nosso compromisso em garantir respeito, segurança e oportunidades para todas as mulheres acreanas.”

A vice-governadora Mailza Assis, que destinou emenda parlamentar para o projeto, destacou o simbolismo da iniciativa:
“Essa é uma conquista que nasceu no Senado e hoje se concretiza em Rio Branco. Representa dignidade, acolhimento e esperança para as mulheres do Acre.”

A secretária estadual da Mulher, Márdhia El-Shawwa, e a representante do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, também celebraram o avanço das políticas públicas no estado.
Além de garantir proteção e empoderamento feminino, as obras devem gerar empregos diretos e indiretos, impulsionando o desenvolvimento econômico local e consolidando o Acre como referência nacional na luta contra a violência de gênero.















Comentários