ESCÂNDALOS do PT EXPLODEM NO PLANALTO: COTADO DE LULA PARA O STF É ENVOLVIDO EM SUSPEITA DE BLINDAGEM E PREVARICAÇÃO
Brasília — A crise política no núcleo do governo Lula ganhou um novo capítulo explosivo. O advogado-geral da União e favorito declarado do presidente para ocupar a próxima vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, passou de aposta do Planalto a suspeito de prevaricação, após vir à tona que a AGU foi alertada internamente, ainda em 2024, sobre fortes indícios de desvios em entidades ligadas a aliados diretos do presidente — e nada foi feito.

Segundo documentos revelados por veículos nacionais, procuradores da própria AGU apontaram irregularidades no Sindnapi, sindicato vinculado a figura próxima ao irmão de Lula, e na Contag, tradicional apoiadora do PT. Ambas são investigadas no esquema que ficou conhecido como o “roubo de aposentados do INSS”, envolvendo descontos indevidos aplicados a idosos, pensionistas e beneficiários sem qualquer autorização.
Apesar dos alertas, Messias teria omitido entidades citadas nos relatórios internos ao acionar o Judiciário, levantando suspeitas de blindagem política a grupos próximos ao presidente.
COMISSÃO DO INSS MIRA NA AGU E APONTA POSSÍVEL CRIME
A CPMI do INSS, que apura o megaesquema de fraudes contra aposentados, já incluiu formalmente o nome de Jorge Messias entre os investigados. O relator, deputado Alfredo Gaspar, classificou a conduta como potencial prevaricação e solicitou o depoimento urgente do chefe da AGU.
Segundo a comissão, o não encaminhamento de informações essenciais fornecidas pelos próprios procuradores da União pode ter “prejudicado a responsabilização de entidades envolvidas no esquema, favorecendo grupos com influência política”.
AGU TENTA REBATER, MAS DOCUMENTOS CONTRADIZEM A NARRATIVA
A AGU afirma que os alertas internos não tinham finalidade de identificar fraudes e que todas as medidas foram tomadas com base em investigações da Polícia Federal e da CGU.
Contudo, relatórios internos demonstram que o Sindnapi aparecia entre as entidades com maior volume de reclamações judiciais e aumento súbito de demandas — justamente as informações que teriam sido ignoradas nas ações da AGU.
Messias afirma que sua gestão já bloqueou R$ 1 bilhão e solicitou à Justiça o bloqueio de outros R$ 2,56 bilhões, negando qualquer ação de proteção política.















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