Entre a Lei e o Caos: A simbiose entre esquerda militante, ativismo judicial e crime organizado que empurra o Brasil para o abismo.
A megaoperação realizada no Rio de Janeiro expõe muito mais do que o domínio do crime nas periferias: expõe o colapso moral e político de um país que, há tempos, parece ter desistido de escolher o lado certo da lei, Mostra, com nitidez, duas visões de mundo completamente opostas diante da insegurança que sufoca o cidadão comum. Siga o canal "Redação24Hrs no WhatsApp 📲

De um lado, a esquerda, parte do Judiciário e setores da imprensa, sempre prontos a defender “os direitos dos manos”, pregam o abrandamento das penas, o direito às saidinhas e saidões, a restrição das operações policiais, o desencarceramento em massa, a limitação do uso da força e até o desarmamento das corporações de segurança. De outro, aqueles que insistem que, sem punição dura e sem ação firme das forças de segurança, não há civilização possível.
Não estou defendendo transformar o Brasil numa “Bukelândia” autoritária, mas é impossível ignorar o óbvio: a proteção cega a criminosos está nos empurrando, a passos largos, para o caos que El Salvador viveu antes de Nayib Bukele. E faço questão de frisar antes, porque, segundo as estatísticas, o atual El Salvador parece mais um convento do que um campo de batalha.
Parafraseando Geraldo Alckmin: voltando à “cena do crime”, é fácil perceber o resultado de décadas romantizando bandidos e demonizando policiais, o surgimento de mais um narcoestado, onde o tráfico dita as leis, impõe toque de recolher e cria seus próprios tribunais.
Quem nunca ouviu falar do “tribunal do crime”? Do “salve”? Do “toque de recolher”? Pois é: tudo isso existe onde o Estado decidiu se ajoelhar diante da criminalidade.
E o mais assustador é ver a cumplicidade aberta entre parte da esquerda e o crime organizado. A simbiose é tão descarada que o maior representante político desses dois grupos, com mais de 500 dias de “experiência carcerária”, teve a cara de pau de afirmar que os traficantes são, na verdade, vítimas dos viciados. É o mundo de cabeça para baixo: criminosos viram vítimas, e a sociedade vira culpada.
O fato é que, nessa operação, as forças de segurança, mal equipadas, mal pagas, abandonadas e desprezadas, enfrentaram um verdadeiro exército do crime: centenas de homens fardados, armados com fuzis e drones lançando granadas contra policiais.
Mas, para os “especialistas” de ONG e militantes de ar-condicionado, foi tudo uma “chacina”. Chacina é o que vivem, todos os dias, os moradores dessas comunidades, reféns de facções que tratam vidas humanas como descartáveis.
Enquanto os doutores dos “direitos humanos” se escandalizam com o uso da força policial, quem sofre é o trabalhador honesto, o pai de família, a criança que não pode brincar na rua. As decisões judiciais que impedem o Estado de retomar o controle apenas transferem o poder para o crime, cada vez mais organizado e armado.
Vivemos uma inversão de valores grotesca: quando eu era criança, todo menino queria ser policial, o herói da história. Hoje, muitos jovens sonham em ser o vilão, o bandido de fuzil na mão e corrente de ouro no pescoço, glamourizado por músicas, mídia e militância, e com status de celebridade nas redes sociais.
A sociedade que glamouriza o crime e demoniza quem o combate está condenada a ser governada por ele.
E, se o Brasil continuar confundindo leniência com empatia e covardia com “direitos humanos”, logo não haverá mais lado certo da lei, porque a lei, simplesmente, deixará de existir.















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