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Educação de Rio Branco entra em clima de greve após impasse sobre reajuste salarial

Categoria rejeita proposta salarial da gestão municipal e cobra valorização dos servidores da Educação

foto reprodução
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Professores e servidores da rede municipal de Rio Branco continuam mobilizados em frente à prefeitura nesta terça-feira, 12, e podem transformar a paralisação iniciada na segunda-feira, 11, em greve. A decisão depende da votação da categoria sobre a contraproposta salarial apresentada pela gestão municipal.

Os trabalhadores da Educação reivindicam reajuste salarial, valorização dos servidores de apoio e melhorias estruturais e de segurança nas escolas da capital.


A presidente do Sindicato dos Professores do Estado do Acre, Sinproacre, Alcilene Gurgel, explicou que o movimento ainda é considerado paralisação, mas a possibilidade de greve está sendo discutida durante assembleia com os profissionais.


Segundo ela, a proposta inicial apresentada pelos sindicatos previa reajuste escalonado de 10%, sendo 5% pagos em junho e outros 5% no fim do ano.


De acordo com Alcilene, a prefeitura informou que não teria condições financeiras de conceder os 10% e apresentou uma contraproposta de 5% a partir de junho. Para os servidores de apoio do ensino fundamental, a gestão propôs a implantação de um piso equivalente ao salário mínimo, o que representaria reajuste de 7,54%.


A sindicalista afirmou que os trabalhadores de apoio passariam a receber R$ 1.621, mas destacou que o clima entre os servidores é de rejeição à proposta apresentada.


A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, também criticou a falta de formalização da proposta pela prefeitura e afirmou que a categoria mantém a defesa do reajuste parcelado de 10%.


Segundo Rosana, os profissionais aceitaram negociar o parcelamento como forma de facilitar um acordo, mas consideram insuficiente a contraproposta apresentada pela gestão municipal.


Ela também contestou o argumento de falta de recursos financeiros e afirmou que existem verbas disponíveis para atender às reivindicações dos trabalhadores da Educação.

A definição sobre a possível greve deve ocorrer após deliberação da categoria em assembleia realizada durante a mobilização.

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