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Condenação: Júri Popular Leva a Longas Penas em Caso de Assassinato de Gari são condenados a mais de 30 de prisão

30 de mai. de 2024
1 min de leitura

Júri Popular Condena Dois por Assassinato Brutal de Gari; Penas Superam 30 Anos

Em um julgamento que durou o dia inteiro, quatro acusados pelo assassinato do gari João Delmiro Batista foram levados a júri popular nesta quarta-feira (29) na Comarca do Fórum Desembargador Vieira Ferreira, em Sena Madureira. Entre os acusados estavam Josué Almeida da Silva, Aeliton Morais de Lima, Zamir Monteiro de Souza e Thiago da Silva. Desses, dois foram condenados a penas severas.



O julgamento começou na manhã de quarta-feira e se estendeu até a noite, destacando-se pela sua duração e pela complexidade dos fatos apresentados. Josué Almeida da Silva e Aeliton Morais de Lima foram absolvidos das acusações, enquanto Zamir Monteiro de Souza e Thiago da Silva receberam penas de 16 anos e 4 meses de reclusão cada um, totalizando mais de 30 anos de prisão somados.


Os réus foram julgados pelos crimes de homicídio, integração em facção criminosa e corrupção de menor. Segundo os autos do processo, o crime ocorreu no dia 21 de julho de 2022, por volta das 10h51, no quintal Florestal, estrada Mário Lobão, na região do Segundo Distrito de Sena Madureira. João Batista estava em um carro da Semsur com colegas de trabalho quando o veículo foi interceptado pelos criminosos, que retiraram o gari do carro e o executaram publicamente.


João Batista era filho de Raimunda Muniz e Antônio Estaca, moradores conhecidos na região do Segundo Distrito de Sena Madureira. Sua morte trouxe grande comoção à comunidade local.

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