Comitê da Câmara dos EUA acusa Moraes de censura em relatório polêmico
Nesta quarta-feira (17/4), o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos divulgou um relatório explosivo, acusando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, de censurar a liberdade de expressão, especialmente no contexto da rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.

O documento, intitulado "O ataque à liberdade de expressão no exterior e o silêncio do governo Biden: o caso do Brasil", foi divulgado pela comissão, que conta majoritariamente com parlamentares do Partido Republicano, a oposição ao governo de Joe Biden.
O relatório aponta para supostas decisões de Moraes que teriam resultando na suspensão de contas que compartilham informações consideradas falsas, com destaque para críticas ao processo eleitoral brasileiro. Esse movimento ocorre após uma série de pronunciamentos críticos do empresário bilionário Elon Musk, proprietário da X, contra as ações do ministro.
Veja todo o conteúdo do Relatório americano:
Veja a descrição do conteúdo do relatório em comentários recentes no X
No âmbito brasileiro, o relatório cita figuras como o ex-presidente Jair Bolsonaro e diversos políticos como alvos das medidas de Moraes. Além disso, destacou a solicitação de documentos e comunicações entre o Departamento de Estado dos EUA e o governo brasileiro sobre as ordens do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do STF relacionadas à suspensão ou remoção de contas na rede social.
O trecho do relatório destaca: "Moraes censura demandas. Para esse fim, compreender as ameaças representadas pelos anti-liberdade de movimento governos fora do país, o Comitê emitiu uma intimação para X Corp. para documentos e registros relacionados aos esforços recentes pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelo Supremo Tribunal Federal no Brasil para obrigar X censurar meios de comunicação social no país".















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