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Caso Reggis: suspeita não paga fiança e segue presa no interior do Acre

6 de out. de 2025
2 min de leitura

Marijane Maffi, vizinha do homem que confessou ter assassinado Reginaldo Silva Corrêa, está presa desde a quarta-feira (1º) e chegou a ter a liberdade concedida mediante pagamento de R$ 10 mil. Professor de dança foi encontrado em cova rasa após seis dias desaparecido.

  • Marijane Maffi, suspeita de envolvimento no assassinato de Reginaldo Silva Corrêa, não pagou fiança e segue presa.

  • Ela é vizinha de Victor Oliveira da Silva, que confessou ter matado o professor.

  • Na quinta (2), foi concedida liberdade provisória a Marijane, com medidas cautelares e o pagamento da quantia.

  • Segundo delegado os dois serão transferidos para Rio Branco.

Marijane Maffi é vizinha de suspeito que confessou ter matado professor de dança — Foto: Reprodução

A suspeita Marijane Maffi, presa por envolvimento no assassinato do professor de zumba Reginaldo Silva Corrêa, em Epitaciolândia, no interior do Acre, não pagou a fiança de R$ 10 mil prevista como requisito para ser libertada e segue presa.

Ela é vizinha de Victor Oliveira da Silva, que confessou ter matado o professor. Os dois foram presos em flagrante ainda na quarta.


Na quinta (2), foi concedida liberdade provisória a Marijane, com medidas cautelares e o pagamento da quantia. Já para Victor, que confessou o crime, foi decretada a prisão preventiva.

Segundo o delegado Erick Maciel, que coordena a Polícia Civil na região do Alto Acre, os dois serão transferidos para Rio Branco.


Marijane é suspeita de ajudar Silva no crime. De acordo com o depoimento dele, foi a vizinha quem levou o carro de Reggis à Bolívia para acobertar indícios do assassinato.

Conforme o suspeito, ele disse à Marijane que estava vendendo o veículo e que tinha um comprador na Bolívia. Ele ofereceu dinheiro a ela para que levasse o carro ao suposto comprador, mas a vizinha disse que ajudaria sem necessidade de pagamento.


Victor afirmou que quando Marijane saiu para levar o carro de Reggis, na manhã após o crime, ele foi até à casa da mulher para pegar ferramentas que utilizou para, sozinho, abrir a cova onde enterrou o corpo.

Sob forte comoção, professor de zumba é enterrado no interior do AC


Homenagem e enterro


Centenas de pessoas, entre familiares e amigos do professor de zumba Reginaldo Silva Corrêa, conhecido como Reggis, encontrado morto 6 dias após sumir na cidade de Epitaciolândia fizeram um cortejo até o cemitério do município na manhã dessa sexta-feira (3).

O Instituto Médico Legal (IML) em Rio Branco liberou o corpo de Reggis e a família seguiu em direção à entrada da cidade onde ele morava, que fica 234 km distante da capital. Ele foi enterrado por volta das 12h desta sexta.

A mãe de Reggis, que veio do Mato Grosso, discursou no enterro do filho:


"Eu sou mãe desse maravilhoso e nunca mais vou ver ele. Ai meu filho, eu não tenho palavras. Eu sei que você gostaria que eu falasse muita coisa mas eu não sei. Você não merecia o que fizeram com você", lamentou ela.

Muito emocionada, a mãe agradeceu o tempo que o teve com o filho. "Hoje você está me deixando, tá deixando seu pai, toda sua família e esse povo maravilhoso que está aqui. Você é querido e amado meu filho e agradeço quem trabalha com ele, quem conviveu com ele", disse ela.

por: G1

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