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Cadela da Polícia Penal é envenenada em presídio de Rio Branco e pão com veneno é encontrado

Nikita, que atua na segurança do Complexo Penitenciário, segue em tratamento veterinário; autoridades investigam o caso

Foto: Ascom Iapen
Foto: Ascom Iapen
A cadela policial penal Nikita, da raça rottweiler, foi envenenada no Complexo Penitenciário de Rio Branco, Dr. Francisco de Oliveira Conde (FOC). O caso ocorreu na terça-feira (14), e um dia depois um pedaço de pão com substância tóxica foi encontrado no pátio onde os cães realizam o patrulhamento da unidade.

De acordo com o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) e a Polícia Penal do Acre, Nikita foi socorrida logo após apresentar sinais de envenenamento e encaminhada para atendimento veterinário, onde permanece sob cuidados médicos.


Segundo os órgãos, esse tipo de ataque acontece quando detentos misturam medicamentos de uso permitido em alimentos, como pães e restos de comida, e arremessam os itens pelas grades das celas para atingir os cães utilizados na segurança do presídio.


Treinada para atuar no policiamento e na vigilância dos pavilhões, Nikita integra a Divisão de Operações com Cães (DOC), responsável pelo patrulhamento externo da unidade e pelo apoio na prevenção de fugas.


Em nota, o Iapen e a Polícia Penal classificaram o episódio como um atentado contra a ordem pública dentro do sistema prisional. As instituições informaram que medidas administrativas e criminais já foram adotadas para apurar o caso e responsabilizar os envolvidos.


A descoberta de um novo pedaço de pão envenenado na quarta-feira (15) reforçou o alerta das autoridades para o risco de novos ataques contra os cães que atuam na segurança do complexo penitenciário.

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