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Vários sites do ACRE noticiaram a morte de uma Bebê agredida pelo pai em Rio Branco, ela sobreviveu e recebe alta do hospital

11 de jan. de 2024
2 min de leitura

Um fato que foi noticiado amplamente na maioria dos jornais acreanos, sobre a morte de uma bebe que teria sido espancada pelo pai, levantou serias preocupações sobre o papel dos jornais em analisar os fatos e divulgar a verdade, essa mesma bebe conseguiu se recuperar e recebeu alta do hospital nesta quinta-feira, 11. A criança havia sido agredida pelo próprio pai, que trabalha como motorista de aplicativo, durante uma briga com a esposa.


Bebê agredida pelo pai em Rio Branco sobrevive e recebe alta do hospital
Bebê agredida pelo pai em Rio Branco sobrevive e recebe alta do hospital

De acordo com as informações do site: www.nahoradanoticia.com.br que teve acesso as informações após o ocorrido, o pai da bebê, identificado como João Kassio Costa Lourenço, 32 anos, estava discutindo com a mãe da criança e não se conteve em agredi-las verbalmente e fisicamente, mesmo com a filha nos braços. Após o ato covarde, ele fugiu do local e deixou as duas feridas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e levou as vítimas ao pronto socorro de rio branco.


Contrariando algumas notícias falsas que circularam nas redes sociais, a bebê não morreu em decorrência das agressões. Ela passou por avaliação médica com neurologista e pediatra e não apresentou nenhuma sequela grave. O diretor do hospital confirmou que a criança está bem e que foi liberada para ir para casa com a mãe.


A polícia está à procura do agressor, que está foragido desde o ocorrido. Ele deve responder por lesão corporal e violência doméstica, podendo pegar até cinco anos de prisão. A mãe da bebê prestou depoimento na delegacia e disse que o marido era violento e ciumento. Ela afirmou que vai pedir a separação e a guarda da filha.


A violência doméstica é um crime grave que afeta milhares de mulheres e crianças no Brasil. Se você é vítima ou conhece alguém que sofre esse tipo de abuso, denuncie. Ligue para o 180, o número da Central de Atendimento à Mulher, ou procure uma delegacia especializada. Você não está sozinha.

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